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Notícias do Campo

Entenda por que você precisa do seguro rural, como funciona e como contratar um
Chuva em excesso pode prejudicar uma produção inteira. A falta de pluviosidade também. E ainda que existam soluções como sementes mais resistentes ou cultivo protegido, de acordo com a página do Seguro Rural no site do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), "o clima é o principal fator de risco para a produção rural" e a contratação da apólice desse serviço pode diminuir perdas ao recuperar capital investido nas lavouras. A tese é compartilhada pelo diretor geral de Riscos Rurais do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, Wady Cury. "O caráter biológico da produção, sua total dependência das condições climáticas e a alta volatilidade dos preços são incertezas inerentes ao negócio e merecem atenção especial quanto à gestão dos riscos envolvidos." Ainda de acordo com Cury, o Brasil tem avançado no número de apólices, saindo de 849, em 2005, para 118.204, em 2014. No triênio 2016-2018, o CGRS (Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural) aprovou o subsídio de R$ 400 milhões para este ano, R$ 425 milhões para 2017 e R$ 455 milhões para 2018 O Seguro Rural possui oito modalidades: Seguro Agrícola que cobre a vida da planta desde a emergência até a colheita, contra raios, incêndios, tromba d água, geada e chuvas; Seguro Pecuário que indeniza o produtor em caso de morte do animal; Seguro Aquícola para indenização por morte ou outros riscos aos animais aquáticos decorrentes de acidentes ou doenças; Seguro de Benfeitorias e Produtos Agropecuários (Ramo 30), focado a cobrir perdas e danos aos bens relacionados às atividades agrícola, pecuária, aquícola ou florestal; Seguro de Penhor Rural (Ramo 62); Seguro de Florestas; Seguro de Vida do Produtor Rural (Ramo 98); Seguro de Cédula do Produto Rural (Ramo 09). Produtores interessados nas modalidades Agrícola, Pecuária e Florestal, devem conduzir as culturas de acordo com um projeto consistente e com as recomendações de órgãos técnicos como a Embrapa, especialmente em termos de manejo e sanidade, com o objetivo de obter altas produtividades. Para o seguro de patrimônio são pedidas informações sobre o estado de conservação dos bens, a fim de legitimar o interesse do contratante no seguro. Como funciona Uma plantação de 50 hectares em uma região onde a produtividade média esperada é de 50 sacas por hectare e o preço da cultura segurada na época da colheita em data de execução pré-fixada na apólice segundo referencial da BM&FBovespa seja R$ 40 por saca, por exemplo, pode-se esperar um faturamento de R$ 100.000. Há casos de seguro em que no caso de perdas por chuva excessiva, tromba d’água ou granizo, o produtor pode garantir um percentual entre 60 e 85% do valor esperado pela venda da safra. Ainda nesse exemplo, caso o produtor perca produtividade por causa de uma seca e a seguradora tivesse apurado que a produtividade média obtida na área segurada era de 30 sacas por hectare, com preço do produto físico a R$ 35 por saca no mercado físico na data de execução estipulada na apólice. Nessa situação, o faturamento obtido seria de R$ 52.500, considerando variação cambial, pois o preço é referenciado em dólar. A seguradora indenizaria a diferença entre o faturamento obtido e faturamento garantido na apólice, que no exemplo seria de R$ 17.500. Caso o cliente do seguro sofra redução de produtividade devido a algum evento climático garantido pela apólice, segundo Cury, deve ser comunicada a ocorrência à seguradora, que enviará um perito para apurar as perdas. A redução de preço da cultura não precisa ser comunicada, pois esta variável é analisada automaticamente pela seguradora e indenizada quando for o caso, mesmo que não tenha sido comunicado o sinistro. O especialista ressalta que independentemente da modalidade de seguro, é fundamental que o produtor rural seja criterioso no fornecimento das informações relacionadas ao bem segurado, não omitindo ou alterando qualquer informação que possa de alguma forma influenciar no risco. Para contratar o seguro, o produtor deve buscar uma das nove seguradoras habilitadas pelo MAPA no Programa de Subvenção: Allianz Seguros S.A Companhia de Seguros Aliança do Brasil Essor Seguros S.A. Fairfax Brasil Seguros Corporativos Mapfre Vera Cruz Seguradora Nobre Seguradora do Brasil S.A. Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais Sancor Seguros do Brasil S.A. Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros Fonte: AGRISHOW

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Colunistas

Artigos sobre o Agro Negócio

Fraturas dentárias
Existe um grande problema com os cavalos que gosto sempre de enfatizar : ELES TEM UMA GRANDE ADAPTAÇÃO PARA OS PROBLEMAS ODONTOLÓGICOS! Portanto, toda vez que tiverem excesso de pontas dentárias, fraturas, cáries e entre outros problemas, só irão demonstrar quando os problemas forem crônicos. Só que desses problemas, a fratura dentária é um grande problema não apenas na boca, mas é um enorme risco para toda a saúde do animal, sendo que as consequências serão maiores. Vamos pensar: se existe uma fratura, existirá um local onde poderá acumular alimento. Se existe acúmulo de alimento, existe produção em massa de bactérias que irão destruir não só o dente, mas todo o tecido que o sustenta. Assim, toda vez que o animal ingerir qualquer alimento, também vai ingerir todas as bactérias diferentes da flora normal da boca e irá modificar também toda a flora do sistema gastro-intestinal. A partir disso começa os problemas na saúde geral do animal. Começando pela boca, o acúmulo de alimento vai gerar uma doença periodontal, ou seja, vai destruir todo tecido de sustentação do dente, chegando até osso que se insere (maxila ou mandíbula). A infecção pode gerar sinusite se for nos dentes superiores ou uma osteíte (infecção óssea) na mandíbula que pode vir a fratura se a infecção for persistente. Em todo sistema gastro-intestinal do cavalo há bactérias normais que formam a flora bacteriana para digestão. Quando existe a entrada de bactérias diferentes começa a briga com o sistema imune contra todas elas. Isso gera uma inflamação intestinal, abrindo as portas para que essas bactérias possam ir para a corrente sangüínea e se espalhem para o corpo. Com a inflamação intestinal também vai produzir diarréia, já que a flora bacteriana normal está toda alterada. E com tudo isso será que o cavalo está conseguindo ter absorção e aproveitamento do alimento ingerido? Não! Percebe a bola de neve que se torna por causa de uma fratura? E porque o dente vem a fraturar? Pode ser por trauma, pode ser por uma cárie que o enfraqueceu e com a pressão da mastigação do animal levou a uma fratura (vale ressaltar a força da mastigação de um cavalo: 1500 Newtons= 1500kg Kg), pode ser por má oclusão gerando contatos prematuros e tendo maior pressão apenas em um dente e levando a fratura, entre outros motivos que muitas vezes achamos irrelevantes, mas que deixando para trás alguns detalhes no exame da cavidade oral e ou no momentos do tratamento odontológico, pode gerar problemas sérios no futuro. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco. Estaremos sempre a disposição para ajudar a qualquer momento. Ou fique ligado em nossas redes sociais: Instagram: @marcelovethorse Facebook: VetHorse, Medicina e Odontologia Equina Especializada

Fraturas dentrias

Histórias de Vida

A Vida no campo como ela é.

Sede de aprender
Há muitos anos atrás, todos os dias, na cidade de Canoas a fruta era repartida a cavalo. Coisa normal para a maioria, menos para o Felipe Muller. Para ele, era o melhor momento do dia, pois ele via cavalos. Porém, não só olhava, se não que também pedia para os pais comprarem fruta para ele poder subir na carroça e acariciar o cavalo. És aí então, que começa a despertar um sentimento especial por cavalos. Sentimento que foi reafirmado quando o menino ganhou um petiço, que fazia seus finais de semana mais divertidos quando ia vista-lo. Junto a esse encantamento pelos cavalos, o Felipe carregava um grande amor: o sitio do seu avó. Ele sonhava com ir morar nesse lugar. Onde mais tarde, ele terminou junto aos seus pais, ir morando lá. Pois o pai herdou o sitio. Lá, tinha uma égua, chamada Ginger. O nome foi inspirado no seu filme favorito: "Beleza Negra". Mas ela não uma raça definida. Mais tarde, entre tanto encantamento e gosto pelos cavalos, a família decidiu viajar até a tradicional exposição de Esteio em busca de que o jovem conhecesse cavalos de todos os tipos. Ali surgiu um novo amor: o cavalo crioulo. Porque vamos combinar né gente, quem vai até a Esteio, não tem como não se apaixonar pelo nosso cavalo crioulo! E com o Felipe não foi diferente. Aos doze anos, adquiriu sua primeira égua crioula. Égua que o fez ter sede de aprendizado, égua que o fez querer sonhar mais alto. E foi adquirindo a revista "Crioulos", que mergulhou no mundo dos ginetes, encontrando ali o Centro de Treinamento que ensinaria as primeiras coisas, onde passaria suas primeiras férias. O centro de treinamento de Valdir Guimarães. Foi ali, inspirado no que o ginete fazia, que ele descobriu o que queria fazer para sua vida. A revista Crioulos, continuou inspirando o novo sonhador. Pois na edição que sai todos os anos depois do Freio de Ouro, o jovem viu que quem tinha ganhado era o ginete de ouro, Zeca Macedo, o que automaticamente transformou-se em seu novo ídolo. Ídolo que o jovem morria por conhecer, ter contato, e se fosse possível aprender junto a ele. Isso aconteceu, foi através de uma palestra, que o jovem o conheceu, e seus pais, fizeram questão que ele se apresentasse para seu ídolo. Zeca, muito receptivo, os convidou para que conhecessem seu lugar de trabalho, e por que não, que o Felipe tomasse umas aulas por lá. Como nesta vida tudo tem um motivo, foi em um leilão da Cabanha Santa Angélica, que no final do leilão, o pai do Felipe, decidiu comprar um cavalo, um pingo buenísimo. Porém, recém domado. O que significava que teriam um grande caminho de aprendizado a percorrer entre os dois. O convite de Zeca, estava pendente, e ele não poderia ser recusado. Então, lá foram eles. Foram atrás da conquista de um sonho: aprender. "Segredo", Felipe e Zeca, se deram bem. Tanto foi assim, que Zeca o motivou muito a treinar, e se dedicar. Dizendo para ele, vendo tua grande vontade de aprender, é mais minha vontade de te ensinar. Chegou uma exposição em Rio Grande, onde o Zeca iria a participar de uma credenciadora, e o motivou ao jovem a ir a participar da credenciadora ao Freio Jovem. Felipe e Segredo foram, mesmo sabendo, que deviam melhorar muito ainda, e que não estavam prontos. Mas mesmo assim foram. Para a surpresa deles, credenciaram em primeiro lugar. Mesmo sabendo que daqui para frente, eles, como conjunto deveriam de melhorar muito. Mas nesse, "deveriam melhorar muito", com o passar do tempo, foi melhorando. Finais chegaram, e junto com o passar do tempo, algumas vitórias também. O que contamos pra vocês, e o começo de uma história de um guri, que hoje está correndo atrás de seus sonhos. Que hoje está materializando o que um dia tanto sonhou. Conquistando e descobrindo novas paixões, e novas provas. O redomão, uma delas. Sempre do lado do seu melhor amigo: o cavalo crioulo. Nunca esquecendo de todas as pessoas que estão a sua volta, que o ajudaram, e que o ajudam a ir por mais. Começando a pegar o gostinho de que o esforço, vale a pena, e que as vitórias demoram mas chegam. E esta, em resumidas partes, e a história do Felipe Muller, um ginete, que com certeza ainda veremos ele brilhar nas pistas. Sempre da mão do veio de lá de cima, e acreditando nos sonhos que a gente tem. Por: Maria Eduarda Sanes

Sede de aprender

Atravessando Fronteiras

Colunas Internacionais

A velocidade em cavalos
Acredito que, nos anos em que vivi, vi e cavalguei grandes cavalos. Isto último, mais que uma virtude pessoal, atribuo a algum fator fortuito. Mas deixou-me a impressão de saber instantaneamente quando estou na presença de um cavalo diferente. Vi muitos cavalos que me deslumbraram, nas paleteadas a yunta da Muñuela e da Telaraña, Que Lola e Si Sera. Eu pude testemunhar os títulos do Aguaitando. Vi mover o Facón que me lembro de ter descido com um amigo para contar os doze metros que eu havia colocado minhas pernas em uma final em Palermo, fato que me deixou surpreso. Mas há um cavalo que desde que o vi pela primeira vez acordei e ainda hoje não só mantém a minha admiração, mas também é com o amor que me gerou. Ele é Tinajera Miralejos. Lembro me de que foi em um leilão quando alguém me disse que ele tinha tido um desempenho enorme e ele tinha feito 60,5 de 70 possíveis em uma classificatória. Mas não foi até a semifinal em Mendoza que eu não a vi viver e viver. O que um dia, Pedrín Muñoz, a maioria na Argentina conhece este grande amigo, não parece afetar a situação e deixou a sensação de que tudo o que ele queria fazer com Miralejos naquele dia poderia ser alcançado. Mas o destino é mesquinho. Porque em um desempenho um pouco mais normal perde a final quando se move no desmonte e monte. Mas tudo nesta vida tem seu retorno. E não foi necessário esperar tanto tempo, quando a nomeação foi em Montevidéu para a FICCC de 2012. Com grande concordância dos países da FICCC mais o Huasuncho, e o Pistilla, eles deixaram um cenário digno de uma batalha épica. E esse foi o seu dia, coroado campeão da FICCC. Hoje ele está treinando para correr o freio, que seria sua terceira prova. Ele foi finalista em um corral separado, campeão de rédeas da FICCC e veremos como ele escreve este capítulo. Como reprodutor já tem um filho de freio de prata. Seus filhos não só têm a agilidade e boa boca dele, mas eles também possuem uma mansidão surpreendente. Eu nunca andei a cavalo com suas condições, e isso não prejudica a memória das outras celebrações que eu pude escalar. Mas a velocidade e a agilidade do mesmo, a velocidade nos movimentos laterais e a suavidade para colocar as pernas, o que os coloca como poucos, foram as coisas que mais me deslumbraram. Amém da sua nobreza do Grande Cavalo. Mas as coisas não são o resultado da casualidade. Seu pai vem de uma família de cavalos classificados no rodeio chileno. Já seja o Sembrador, para não mencionar o múltiplo campeão de rienda Cachupin ou Cantinita. Mas as mães nesta vida são tudo, Forastera é filha de San Pedro Huaso, cavalo de ótimas condições, Afinao pai, três vezes FZB, e que toda mãe que está presente torna diferente. Sua avó materna foi uma das grandes éguas de Don Victor Esevich, Secretaria da SEPULTURA. Filha do único campeão de rodeio chileno que chegou à Argentina, Quizapu Forastero. Nada acontece só. Acho que até o Miralejos, as coisas tinham uma velocidade, então percebemos que havia uma marcha em alguns "diferentes"...

A velocidade em cavalos