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Notícias do Campo

Tempo: Frente fria avança sobre o extremo Sul do país com potencial de temporais em RS e SC
Uma frente fria chegou ao extremo Sul do Brasil nesta sexta-feira (20) com força para provocar temporais em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, segundo previsão da Climatempo. Nos próximos dias, uma nova frente fria também avança até a região e intensifica as instabilidades. Segundo a empresa meteorológica, é alto o risco de temporais e as rajadas de vento podem alcançar os 80 km/h em todo o Centro-sul gaúcho. Também pode ventar forte nos pontos mais altos das serras gaúcha e catarinense. Algumas precipitações já foram registradas nas últimas horas na divisa com o Uruguai. "A frente fria é rápida e a maior parte da chuva é esperada para o Rio Grande do Sul. Pouca chuva deve cair sobre Santa Catarina e o Paraná, que pode ter algumas pancadas apenas no Oeste do estado", explica a meteorologista da Climatempo, Josélia Pegorim. A chegada dessa frente fria deve contribuir para uma queda da temperatura na região. Elas, inclusive, já começaram a cair na maior parte do Rio Grande do Sul. A queda mais acentuada ocorre no sábado (21). "Na região de Uruguaiana e na Campanha gaúcha, o frio poderá ser abaixo de 5°C e há condições para geada". "A massa polar desta frente fria se espalha no fim de semana e volta a fazer frio não só no Rio Grande do Sul, mas também em Santa Catarina e no Paraná. Apesar da queda nas temperaturas, não teremos novamente o frio rigoroso da última massa polar", afirma Josélia. Uma nova frente fria deve chegar ao Sul do país já na próxima semana e intensificar as instabilidades pela região. Mais uma vez, o estado do Rio Grande do Sul pode ter temporais e o risco de chuva forte aumenta também sobre mais áreas de Santa Catarina e do Paraná, inclusive em áreas mais centrais do estado. Fonte: Noticias Agricolas.

Tempo: Frente fria avana sobre o extremo Sul do pas com potencial de temporais em RS e SC

Colunistas

Artigos sobre o Agro Negócio

A questão do Chile...
A questão do Chile sob outro viés Volta e meia a questão do Chile com a FICCC volta à tona. Sem produção de teses novas, estaciona-se na matéria de fundo, nitidamente nacionalista. Um artigo do criador chileno/texano RANDALL RAY ARMS resume as razões pontuais da insubordinação chilena. Segundo o referido publicista, o ingresso (ou reintegração) do Chile à FICCC se constituirá em "autodestrucción en la raza" de cavalos "PURA RAZA CHILENA", movida exclusivamente por interesses comerciais e ocultos de criadores chilenos "de alto nível". Segue o criador dizendo que o Chile possui 115 anos de registro e mais do que 470 anos de criação conhecida. Assim, uma aproximação à FICCC só se justificaria pela ótica de intercâmbios internacionais, porém jamais na qualidade dela como entidade de organização da raça cavalar chilena. Uma corrente chilena defenderia contra mesmo à criação de registro paralelo no Chile (por meio da FCCCH - uma federação de cavalos crioulos chilenos) e se revelam incomodados, em especial, com a possibilidade de concorrerem cavalos de "pura raza chilena" com exemplares filiados à federação de crioulos ou mesmo cavalos crioulos oriundos dos demais países. Aliás, sobre os crioulos criados nos países da FICCC, as perspectivas são ainda mais rigorosas, porque se resumiriam a meros "mestizos", produtos de heteroses de "razas distintas que no transmitirán tan fielmente suas cualidades en la reproducción". Do ponto de vista dele, um retrocesso qualquer competição envolvendo cavalos mestiços (os nossos crioulos) com os cavalos de "pura raza chilena" e que jamais seria possível imaginar ou admitir que um crioulo pudesse alcançar um "champion en la medialuna o en las canchas de exibición", pois se daria o começo do derrubamento da raça chilena. Bom, opiniões assim não contribuem com a retomada das conversações e pecam pelo exagero. Enquanto houver espaço ao diálogo, a unidade deve ser buscada. Penso que são fortes as evidências de erro de condução da questão pela FICCC. É só a gente lançar um olhar retrospectivo à evolução da raça crioula no Brasil. As informações históricas disponíveis dão conta de que por 1850 a 1918 se defendia "regeneração" do cavalo local por meio de cruzamentos com PSI e árabes. Isso acontecia sob forte influência dos militares que buscavam cavalos de maior tamanho. Dizem os escritos da época, ademais, que muitas criações se utilizaram de tais cruzamentos, fato confirmado por cabeças e orelhas de PSI vistas em silhuetas de cavalos crioulos. Obviamente, a partir da unificação do padrão racial, os efeitos das miscigenações resultaram mitigados e só muito mais tarde a gente do cavalo crioulo firmou o tipo adequado quando cruzou o cavalo crioulo com o cavalo crioulo chileno ou de "pura raça chilena". Na prática, à medida que PSI e árabes trocaram material genético com os crioulos da época, pergunto aos amigos que diferença faz para "nosotros" se o cavalo que vem do Chile é crioulo ou de "pura raza chilena"? É notório que a "pura raza chilena" está geneticamente mais próxima do que qualquer outra raça, tendo servido, inclusive, como fixadora do atual tipo brasileiro. Suspender o Chile e manter a suspensão, porque uma questão nacionalista deles impede a mudança de nomenclatura, talvez se revele falta de bom senso. Impedir o ingresso do sangue chileno - sem causa cientificamente arrazoada - constituirá erro histórico que a raça crioula pagará daqui a alguns anos. È por isso que as partes envolvidas (Chile e FICCC) devem voltar à mesa de negociação e transigirem ambas em nome da genética. O que os amigos pensam a respeito?

A questo do Chile...

Histórias de Vida

A Vida no campo como ela é.

De pai pra filho !!! (parte II)
Quando duas pessoas estão destinadas a estar juntas, pode ter certeza, que alguma coisa acontecera, ou alguma pessoa intercedera para que isso aconteça. E assim foi, que uma certa pessoa, convida Claudio Ruas para fazer uma visita "cualquer" de fim de semana, e é daí que surge um casal, que deles, nasceria um jinete diferente, um jinete pra fazer história. Eles são Claudio Ruas e Cristiane Rodrigues, se conhecem faz 22 anos, e faz 18 que são acompanhados pelo Gustavo Ruas, filho do casal, junto com o casula Guilherme. Claudio, um homem sempre de campo, não poderia sair diferente "a cria". Nem bem nasceu o Gustavo, ele já pegou o gostinho, gostinho pelo campo, mas sobre tudo, gosto pelos cavalos; recebendo assim sempre presentes que tinham que ver com o assunto. Assunto que na vida de Gustavo, tem muito pra falar, se emocionar... Antes de ter cavalos, mas ao mesmo tempo já tendo, o Gustavo, muito engenhoso, montou uma cabanha de cavalos de Pau. É! Assim como vocês estão lendo. E todos os dias na hora do chimarrão tinha prova, era hora de apresentar os cavalos aos jurados que eram os pais. Cristiane sempre dava 10, agora o Claudio, dava 9 em algum que outro, e o Gustavo no outro dia voltava lá com seu cavalo 9, pra ver se tinha melhorado! O foco tem que começar desde cedo! Mas, era hora de deixar os cavalinhos de pau, e ter um de verdade. Seu primeiro cavalo, Cartucho Tupambaê, presente do Oswaldo Pons. Cartucho, o cavalo rosilho, foi quem ensinou a andar a cavalo ao Gustavo com apenas 3 anos, ensinou de uma maneira diferente, já que pro casula não cair, o pai botava uma cordinha no cinto. Lembranças boas, que merecem ser lembradas. Mas a história do Cartucho não termina por aí... o cavalo, era o bichinho de estimação de Gustavo, pra onde eles iam, o cavalo ia junto. O assunto era não separar a dupla! O tempo passou, o gosto pelo cavalo só crescia, e o incentivo dos pais nunca faltou. E então, Gustavo, com 7 anos, estreia nas pistas, competindo o laço em um CTG de uma vaca parada, obtendo o segundo lugar. Nada mal pra começar né? O troféu, ele guarda até agora, como lembrança pra nunca ser esquecida. 8,9,10 anos... os anos foram passando, a paixão aumentando, e a vontade por aprender, por se superar, era o que mais o menino tinha, pois o exemplo estava em casa, para o Gustavo, até hoje, seu maior exemplo, e o pai, quem além de ensinar, corregir, está sempre aí, pra dar aquele abraço apertado quando as coisas não vão bem, e dar aquele grito, quando a vitória tá batendo a porta. Vitoria batendo a porta é o resultado, do compromiso que o Gustavo tem pelo que faz. Então, os resultados começam a vir. São vários os Redomões que tem ganhado, provas de diversos tipos, entre elas, ganhador de freio jovem. Mais ele confessa, que prova especial, foi quando ganhou a prova Don Arturo, não quitando brilho as outras, pois ele nos diz, que todas são especiais, que de todas tira um aprendizado, já seja ganhando ou perdendo. E é ganhando ou perdendo, que a equipe do CT Ruas, sempre está aí, para apoiá-lo, equipe de mãe, irmão, pai, e amigos. Gustavo hoje de 19 anos, um menino segundo a mãe, "que tem que estar correndo atrás das palavras, pra saber como e que está tudo", mais que é o orgulho da família, com seu jeito humilde, carinhoso, e tranquilo. Ganhando, perdendo ou com susto de por meio, o rapaz nunca perde o compromiso, foi assim, que a mãe nos conta, que numa mau jogada da sorte, o jinete cai desmaiado e tem que ser socorrido por uma ambulância, e dentro dela, surge a pergunta: "Mãe, eu perdi?" Mas... Pra ele, todos os cavalos são uma história, todos os cavalos são uma conquista. Alguns mais especiais que outros, alguns mais manhosos que outros, mais nada quita, a paixão pelo que ele faz, paixão que ele diz hoje, que é o que quer, pro resto da sua vida. Sonhar? Claro, Gustavo tem muitos sonhos junto a eles, junto a esses bichos de quatro patas, que fazem ele vibrar, fazem ele ficar nervoso, mais sobre todas as coisas, cada dia que passa, fazem ele acreditar, ter foco, e seguir sonhando. Sonhos do Gustavo, que hoje se tornam os dos pais. Porque pra eles, se realizando os filhos, eles já estão pra lá de realizados. Sonhos que pra o Gustavo hoje, estão batendo a porta, que estão dizendo: cara, você está perto... não desista! E foi não desistindo, acreditando, que o ano de 2017 veio com tudo, pra surpreender todos, e sob tudo, surpreender o guriazinho que andava de corda no cavalo com 3 anos... Mais isso, você descobre, no terceiro capítulo, que está imperdível!

De pai pra filho !!! (parte II)

Atravessando Fronteiras

Colunas Internacionais

Construindo um sonho.
Tenho visto em Palermo muitos momentos de tensão, pero acho que este foi épico. Esos silêncios que são abrumadores, a tensão que se respira e os segundos nos quais parece que as agulhas do relógio se dobram e não avanzam. O Palermo do ano anterior tinha se consagrado Charque Leopardo, Grande Campeão Macho da mostra. Voltava esse inverno de 2010 para a carga de se tratar coronarse Bi Grande Campeão... Mas nesse dia o destino o cruzou com um garanhão dos mais belos que já foi visto, Maneador Carnavalito. Eu raramente vi um resultado semelhante. Ainda me lembro da explicação do jurado, onde detalhes infimos prevaleceram, para coroar o Grande Campeão Macho Maneador Carnavalito sobre Charque Leopardo. Raúl, seu proprietário e criador, diz que esta história não começou com o nascimento do potro. Mas remonta ao ano de 1990, onde em Paineiras ele conhece, enquanto Don Flavio Bastos ainda vivia a BT Cabaret. Ele diz que fez todas as tentativas para adquiri-lo e não foi possível. No ano seguinte o garanhão é levado para Esteio, sendo reservado como Campeão em sua categoria atrás do que seria o Grande Campeão da exposição. Don Tuchi Matho convence Lila Telechea a vendê-lo, fazendo-o concordar com isso. Foi realmente uma fortuna o que pagamos, diz Raúl. Foi realmente completo e moderno para a época. "Desde que o vi pela primeira vez, me apaixonei." Mas a criação flutua e avança, por isso foi em uma época em que Julio e Felipe Ballester vendiam porcentagens de alguns garanhões. Raúl e seu sócio Marcelo Gaztambide escolheram o Charque Capricho. Comprando na primeira instância 50%. Eles escolheram pensar em cruzar com as filhas do BT Cabaret, por seu selo racial, avanço, estrutura óssea. No ano seguinte, eles adquirem a outra metade. Uma parte é paga com dinheiro e a outra com éguas. É de onde vem o Charque Justo José. A partir de hoje ele tem em seu genético Charque Ventarrón. Da Garotinha com El Capricho nasceu o Carnavalito, que cresceu em um campo que alugaram em Maipú. Ele pensou em tirá-lo de um potro, mas ele não estava em forma, aos 3 ele foi levado para o Remanso, o campo de seu parceiro Marcelo. Sendo amigo do Brasil, ele mostra e diz: "isso vai ser bom". De lá, ele cuidou de si mesmo e foi para o passaporte de Las Flores, onde ele deixa o Grande Campeão. No ano seguinte, já em 2010, vai para o Outono, onde deixa o Grande Campeão. O seguinte foi inevitável ... apresentá-lo em Palermo. "E ele tinha toda a fé ... mesmo sabendo que o Leopardo iria" ... "Era um Palermo no qual eu decidi aproveitar, eu ia assistir a dança, quando foi tirada. Aquele ano foi o Bicentenário da Pátria. Aquela que se tornaria Grande Campeã seria imortalizada em uma estátua de bronze na entrada da propriedade em Palermo. São aquelas coisas que no momento, talvez não tenham a importância, mas que com o passar do tempo a lenda se torna maior. Naquele dia, o sonho de Raul como criador tomou forma, combinando a perfeição de um garanhão (BT Cabaret) com as qualidades de outro (Charque Capricho). Para Raúl, Palermo é como sua segunda casa, e naquele dia e naquele lugar tão especial para ele, conjugo o destino com o trabalho de envelhecimento de 30 anos. "Sempre que entro em Palermo pela rua Sarmiento olho para a escultura do Carnavalito, parece me fazer uma piscadela". Então a venda e exportação continuaram. Hoje se reproduz no Brasil de maneira muito satisfatória. Imprimindo seu selo racial, acima de tudo. "A premissa que governa a minha maneira de criar é, primeiro que é crioulo, depois vêm as outras virtudes."

Construindo um sonho.

Bem estar Animal

A vida do campo

Índices para importação de material genético são tema de reunião no Mapa
Com o objetivo de discutir e definir os índices mínimos para importação de material genético neste ano, os superintendentes de registro genealógico das associações de raça reuniram-se no Ministério da Agricultura (Mapa). "Participamos para contribuir com a experiência de nossa entidade, que está a campo e conhece as necessidades dos usuários e dos ideais de cruzamento de Angus com matrizes zebuínas. Isso porque a entidade tem grande contato com os produtores e industrias, através do Programa Carne Angus", pontuou o gerente do Programa Carne Angus, Fábio Medeiros, que participou da reunião representando a Associação Brasileira de Angus. O encontro ocorreu na quarta-feira (21 03), na sede do ministério, em Brasília. O trabalho coordenado pelo fiscal federal agropecuário do Mapa, Kebler Villella, é realizado anualmente pelo órgão e visa debater junto às entidades os padrões mínimos de qualidade genética e as características que os animais devem possuir para importação de sêmen. "É importantíssimo para a Angus participar de debates como o ocorrido", destacou Medeiros que também é superintendente do Registro Genealógico da raça Ultrablack. Na ocasião, também estiveram presentes representantes da Associação Brasileira de Brangus, da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), da Associação Brasileira dos Criadores de Gado Wagyu e da Associação de Inseminação Artificial em Bovinos (Asbia), entre outros. Fonte: Associação Brasileira de Angus

ndices para importao de material gentico so tema de reunio no Mapa