Histórias de Vida

Conta Alice, a mãe dele

Data: sábado, 28 de abril de 2018 - Hora: 09:40

Conta Alice, a mãe dele, que quando ela precisava sair com seu irmão, e ele tinha que ficar sozinho, fazia um desenho de um cavalo e colocava nas mãos dele imitando o som do trote... o pequeno ficava ali por horas, sem se mexer, encantado com o que acontecia.

Ele é Caé Braga, um escultor, que faz com suas mãos, maravilhas que encantam qualquer olhar. Claro, tudo relacionado ao campo, aos cavalos.

Ele reconhece três cavalos na vida dele, o Sonoro, o Olfativo e o Tátil.
O sonoro anunciava seu andar vindo de longe na Rua Lima Silva onde nasci, e morei até os 6 anos. Certo dia, o pequeno tinha um pouco mais do que um ano de idade, e foi para abaixo do cavalo do verduleiro, motivo de pavor para quem estava na volta.

Já o Caé... sorrisão de orelha a orelha, no meio das mãos do cavalo. Foi o cheiro de suor característico dos cavalos de trabalho e de força das carroças que provaram sua infância urbana, esse então era, o cavalo olfativo.

Caé nasceu em Porto Alegre, em 1961, filho de José Luiz Dias Ferreira Braga um
imigrante Português da região do Minho um Bracarense como ele auto
denominava-se e Alice Ferreira Braga Rio-grandina de descendência açoriana
e índia, Nasceu como Carlos Eduardo da Silva Ferreira Braga e se tornou Caé Braga
escultor aficionado por cavalos.

Aos três anos de idade, seus pais adquiriram uma chácra no Espigão em Viamão, onde tinha uma égua PSI e um pônei... estes foram a escola para as travessuras, infelizmente não durou muito tempo,seu Braga viajava muito não dava conta de uma criação de coelhos que era o motivo da propriedade, lembro em conversa privada com o comprador Sr. Oscar que: os cavalos eram
do pequeno Caé e que não estavam no negócio devido as circunstâncias eles seriam só
"emprestados" .

A infância continuou e ele sempre procurando eles, aonde tinha cavalo, ele estava. Se não tinha cavalo, achava chato, perdia o interesse. Eles eram além de seu melhor entretimento, sua melhor companhia.
Sua mãe notou a sua preferência por estes animais, e o ensinou a desenhar. És aí que comesca sua carreira como artista, a partir dalí nunca mais parou. Seus irmãos José Antônio e
Fernanda não são muito ligados ao assunto.
Na adolescência resolveu pintá-los, foi um autodidata, como disse uma vez o pai de um amigo e seu entusiasta "muito bonito mas é um desenho colorido"
Sr.Justino Vasconcellos mostrou a ele o quão é necessário aprender para enriquecer um dom.

Já na juventude comecei a esculpi-los, já enveredado nas artes sempre falando alto com entusiasmo e não se dando conta ,mas todos afirmavam que eu era um Artista.

Então um dia a felicidade bate à porta, foi agraciado com um convite para frequentar como bolsista o Atelier de Vasco Prado um baita Escultor e de cavalos....ai que as coisa apertaram ,não foi fácil mas foi muito desafiador, teve que se superar não podia ficar na sombra confortável do
mestre. Ele confiava no talento de Caé e ele diz... "creio que não o decepcionei!"

Caé estuda e monta os cavalos, viiaja à lugares distantes como os extremos das América, Patagônia, Terra do Fogo, Chile Canadá, Mongólia entre outros para conhecer mais da Cultura Equestre muitas vezes com um grupo de cavaleiros intrépidos os Cavaleiros da Paz, assim para viver e trocar experiências no lombo do cavalo.

"Já estive à frente de uma hospedagem, fechei a orla do Guaíba para uma prova de Enduro, gineteava já domei, subi escadas ,entrei em museus em bares ....só não vou dizer que entrei numa igreja pois seria um sacrilégio e se ouvirem falar o problema é de quem contou!", diz o artista.
Ele é urbano, mas se plasmou gaúcho...



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Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .