Histórias de Vida

Trabalho em família- Parte II

"A LIDA DOS SONHOS"
"Um dia mais pra coleção, um dia menos pra ir em busca de nossos sonhos".
Assim é que Cosas del Campo, começa a escrever o II Capítulo do "Trabalho em família", do CT Valadão.
Capítulo que emociona, já que os resultados vem, quando se tem trabalho por trás, trabalho que não é fácil, e começa bem cedinho, bem mais cedo do que a gente pensa.
Segundo o Nilo, o patriarca do CT, o movimento por lá começa pelas 5-5:30 da manhã, conforme a quantidade de cavalos tenha para ensilhar.
Enquanto Nilo se prepara para mais um dia de lida, a Cátia já está na cozinha, em busca de um saboroso café, e os guris aproveitam pra ficar um pouco mais na cama... Mas não vão pensar que é por muito tempo não! A lida pela manhã com eles, é com os livros, e na tarde é com os cavalos.
Claro!... Melhor parte do dia pra eles, é a do cavalo, ou, tal vez melhor dito, é a lida do aprendizado. Porque nem tudo é cavalo...Conjuntamente com o patriarca, eles aprendem tudo o que estiver relacionado ao campo, já seja destrancar um terneiro ao nascer, como fazer uma corda de couro.
Segundo os guris, o pai sempre diz:
"...O que se aprende não ocupa espaço e conhecimento ninguém tira da gente...".
Pois é! Isso é verdade, até se aplica pra tudo nesta vida.
E quando conhecimento é o assunto...
Não são só os gêmeos que vão por eles, lá no CT, tem mais gente que busca conhecimento, são os alunos do Nilo, que sonham ao igual que eles, ganhar e participar em provas (Freio Jovem, redomões, etc), e que tomam aulas lá. Já seja com o Nilo, ou com a ajuda dos gêmeos. "Tem que serem focados e determinados naquilo que buscam, tratando de entender e respeitar o tempo de cada animal e, assim, seguir o treinamento com foco em bons resultados em pista" É que o Nilo, traspassa pros seus filhos e alunos.
Pra fechar, fomos em busca deles, dos gêmeos.
Eles nos contam que são eternos agradecidos por terem essa vida, por gostarem da lida do cavalo e do campo, que sempre que podem acompanham toda a lida, até porque, se fosse por eles, largavam o estudo, e seguiam só no cavalo.
Mas todos sabemos que esta vida não é assim, e que os momentos bons, muitas vezes, são os que menos duram, e devemos de saber aproveitá-los.
Hoje, os gêmeos, lutam com um fator não menos importante: "A ANSIEDADE".
Eles querem que os resultados, venham e sejam pra hoje, fator que devemos saber trabalhar com ele.
Mas lá vem de novo os pais atrás... Dizendo que tem aprender a perder, que não são todas as vezes que se ganha, que não são todos os cavalos fáceis de domar, que todo treino é um aprendizado, e que toda prova deixa uma lembrança, seja ela boa ou ruim...
Mais sobre todas as coisas, dizem, todos os dias que não percam nunca, de jeito algum, a vontade de ir atrás de seus sonhos...

Terceira parte está vindo aí! Com mais emoção ainda.
Cosas del Campo, sempre perto de você!



Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .