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Presidentes e representantes de Sindicatos Rurais se reúnem com equipe da Força Tarefa

Dirigentes da Associação e Sindicato Rural de Bagé receberam em sua sede, no Parque de Exposições Visconde de Ribeiro Magalhães, o delegado de polícia Adriano de Jesus Linhares Rodrigues, coordenador da Força Tarefa de Combate aos Crimes Rurais e Abigeato, inspetores da Polícia Civil, Brigada Militar, bem como presidentes e representantes dos Sindicatos Rurais de Rosário do Sul, Alegrete, Dom Pedrito, Pinheiro Machado, Cacequi, Cachoeira do Sul e Candiota.

Segundo o presidente da Associação e Sindicato Rural de Bagé, Rodrigo Borba Moglia, os motivos do encontro foram receber e ouvir o delegado Adriano sobre o trabalho que vem realizando frente à Força Tarefa em todo o Estado, e, também, prestar contas aos Sindicatos que auxiliam financeiramente as ações do grupo.

A reunião começou pelos pareceres do presidente da Comissão de Assuntos Fundiários do Sistema Farsul e CNA, Paulo Ricardo Dias, que também compõe a diretoria da Associação e Sindicato Rural de Bagé.

Paulo Ricardo relatou as últimas “vitórias” dos produtores rurais com as recentes intervenções políticas feitas pelos deputados federais que integram a Frente Parlamentar da Agropecuária - FPA, que comemoraram a aprovação das condições definidas pelo STF (Superior Tribunal Federal) para a demarcação de terras, entre elas, a do marco temporal de 5 de outubro de 1988, que diz que só podem ser demarcadas terras que estivessem efetivamente ocupadas por indígenas naquela data.

O presidente da Comissão de Assuntos Fundiários disse que a ocasião era bastante propícia para atualizar os produtores, que tanto sofrem com a injusta desapropriação de terras em todo o Brasil.

O delegado Adriano Linhares falou na sequência, pontuando o trabalho que ele, juntamente com sua equipe, tem realizado ao longo dos últimos 11 meses frente à Força Tarefa. Disse que muito já foi feito, admitindo, inclusive, que, em alguns municípios, o crime de abigeato já é praticamente inexistente, mas, que ainda há prisões a serem efetuadas, e por mais que em meses se tenha obtido um bom resultado, o trabalho de investigação é minucioso e precisa ser amadurecido, de maneira cautelosa, para que seja conclusivo.

Os produtores presentes no evento fizeram uma série de questionamentos a Linhares, que respondeu a todos. Além disso, o trabalho do delegado e de sua equipe foi exaltado inúmeras vezes, conforme declarou publicamente o presidente Rodrigo Moglia: “não se vê na nossa região um trabalho tão eficaz há mais de 10 anos, e o delgado conseguiu prender mais de 100 criminosos em meses”.

Após a explanação de Adriano, a contadora da Associação e Sindicato Rural, Ieda Previtali, apresentou a prestação de contas dos valores remetidos pelos Sindicatos Rurais para auxiliar no trabalho dos policiais. A importância da doação financeira foi reforçada pelo presidente do Sindicato Rural de Rosário do Sul, Ayrton Oliveira Marçal, que afirmou que a ajuda de custo para a manutenção do trabalho é mínima, comparada aos resultados gerados pela Força Tarefa.

Boletim de Ocorrência

Na ocasião, foi ressaltado, tanto pelo delegado, quanto pelo presidente da Associação Rural, a importância dos produtores vítimas de abigeato denunciarem o crime, através do Boletim de Ocorrência, uma vez que, é a partir dos registros que as investigações tomam forma, com base em localização, tipo de crime, características, entre outras informações fundamentais.

Os produtores podem registrar o Boletim de Ocorrência de forma presencial, numa delegacia de polícia, online, através do endereço https://www.delegaciaonline.rs.gov.br, ou, ainda, junto a Associação e Sindicato Rural de Bagé, pelo telefone (53) 3242 8888.

Números da Força Tarefa

• 113 prisões de criminosos que atacaram produtores e trabalhadores do campo;
• 17 quadrilhas de abigeato desarticuladas, dentre elas, algumas da cidade de Pelotas que atuavam há décadas na região de Bagé, especializadas em carnear em média 06 animais bovinos e utilizarem carros roubados;
• 1 quadrilha desarticulada sediada na cidade Pelotas, especializada em furto e estelionato de arroz e soja, que atacou cidades da serra, região central e fronteira, e gerou prejuízo superior a um milhão de reais a produtores rurais;
• 843 animais bovinos recuperados;
• 403 animais bovinos restituídos para vítimas de abigeato;
• 51 armas apreendidas de indivíduos investigados por abigeato;
• 11 carros recuperados, produtos de roubos/furtos que eram utilizados por quadrilhas criminosas, e outros 14 apreendidos por estarem sendo utilizados para crimes no campo;
• 13 caminhões apreendidos, destes, 03 eram clonados;
• Mais de 13.500 animais bovinos inspecionados em propriedades rurais de indivíduos investigados por abigeato;
• Mais de 35 toneladas de carne apreendidas em investigações da Força Tarefa.



Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .