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Gloriosa vitória nos machos

O Freio de Ouro também tem uma gloriosa vitória nos machos.
Como todos dizem até a última vaca nada está decidido. Até correr a última vaca, tudo pode mudar. E é no "tudo pode mudar", que se decide o grande campeão. Aquele que levará o Ouro para casa... Que todos sonham que todos querem.
Desta vez, com um nível excepcional de função, um nível que se superava a cada prova, de inicio a fim. No domingo, todos estavam surpreendidos ante tanta emoção, emoção que só o cavalo crioulo proporciona.
14 conjuntos nos machos no domingo acordavam com o mesmo sonho... Ganhar. Mas como toda competição, alguns ganham, outros ficam um pouco mais atrás, mas com a certeza de que estão entre os melhores da raça.
A sorte de levar o ouro para casa, desta fez foi para o cavalo PN Cambiasso, da Cabanha Positivo, de Portão/RS, montado pelo ginete Adriano Comunelo, com média de 20,812.
O expositor que tem 15 anos de criação confessa que a emoção e muito grande... Ele diz que o cavalo é domingueiro, pois ele chega ao domingo, e faz diferente.

Mas nós... Cosas del Campo, gostamos da emoção. Foi por isso que não podíamos deixar de falar com o ginete do cavalo Adriano Comunelo, para saber como mais de perto como foi esta emoção, sentir um pouco do gostinho desta vitória.
O ginete conta que faz sete anos que treina cavalos profissionalmente, mas que monta desde que nasceu. Começou montando cavalos de rédeas, mas por diversos motivos "correr o freio de ouro" se tornou um grande sonho. Ele confessa que tem duas figuras muito importantes na sua vida: eles são Jango Salgado e Daniel Teixeira.
Muita água correu antes de ter o Cambiasso em suas mãos, pois logo de um ciclo de ele ter competido, o Adriano encantado com ele, decide pedir para montar e treinar o cavalo. E assim foi que eles começaram um caminho juntos, começaram credenciando, classificando, e chegando ao Freio de Ouro em quarto lugar no ano de 2016.
Mas ele queria mais... Ele apostava no cavalo no ponto de querer vencer o Freio de Ouro. Adriano faz questão de dizer que o cavalo se caracteriza por ter força, habilidade e com certeza vontade. "Um domingo como o da grande final, que vinha em 11º e termina em 1º, no mínimo ele tem que ser excepcional", confessa.

O momento de ganhar.

A dupla saiu da ultima paleteada emocionados por ter se superado ficando entre os quatro melhores, pois ele saiu convencido de que era Freio de bronze. O que Adriano não sabia, e que minutos após isso, vinha um abraço de uma pessoa que ele tanto admira: Daniel Teixeira. Junto com esse abraço, vinha um "Tu é ouro cara, parabéns!".

"Foi dos momentos mais emocionantes da minha vida" fala Comunelo para Cosas del Campo.
Quem também deixa um conselho para aqueles que ainda estão na luta, que ainda sonham com esse momento. Assim como um dia ele sonhou com ser Freio de Ouro... "Tem que sonhar sim, é possível sim. Tem que trabalhar e muito, mas o resultado, a vitória, mais cedo ou mais tarde vem"

Fotos: Maria Eduarda Sanes
Fotos: Cosas de Campo | Fotografias



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Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .