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Painel do Agronegócio e Estatísticas da Proteína Animal lançados na Expointer

Médicos veterinários, engenheiros agrônomos, zootecnistas e economistas uniram-se para contribuir com a análise conjuntural e ampliar o entendimento da sociedade sobre o papel do setor do agronegócio no processo de desenvolvimento econômico gaúcho e brasileiro. Esse é o objetivo do 'Painel do Agronegócio do Rio Grande do Sul - 2017', lançado nesta sexta-feira (1º) na 40ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Na ocasião, foi apresentado também o estudo 'Estatísticas da Proteína Animal no RS'. As duas publicações são uma parceria entre a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) e a Fundação de Economia e Estatística (FEE) e estão disponíveis nos sites das duas instituições (no site da SEAPI, em Serviços e Informações>Informações Agropecuárias).

Segundo o economista e coordenador do Núcleo de Estudos do Agronegócio da FEE, Rodrigo Feix, essa é a terceira edição do Painel, que disponibiliza um conjunto de informações sobre o agronegócio, em suas diferentes dimensões. O estudo destaca a importância da agropecuária para a economia gaúcha; os principais segmentos da agropecuária do Rio Grande do Sul; a agricultura familiar e o cooperativismo agropecuário; e a indústria de máquinas e implementos agrícolas.

Dados do Censo Agropecuário 2006 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que existem no Rio Grande do Sul mais de 440 mil estabelecimentos agropecuários, perfazendo uma área de 20,3 milhões de hectares. Em torno de 45% da área de estabelecimentos agropecuários do estado são ocupadas por pastagens, e 34% por lavouras permanentes e temporárias.

Feix afirmou que, em 2014, o Rio Grande do Sul contribuía com 11,6% do total do Valor Adicionado Bruto (VAB) da agropecuária brasileira, ocupando a primeira posição no ranking nacional. “Em termos de valor adicionado, a contribuição gaúcha para a agricultura nacional é superior à da pecuária: 12,6% e 11%, respectivamente", falou.

Outro dado destacado pelo economista é que, de acordo com estatísticas do PIB municipal, calculadas pela FEE, em 2014, a agropecuária era a principal atividade econômica em 111 municípios gaúchos. Conforme Feix, em 2017, tanto o Brasil quanto o Rio Grande do Sul registraram uma safra recorde de grãos e a recuperação da produção de praticamente todas as principais culturas temporárias e permanentes. “Em 2016, com exceção da soja, todas as demais culturas tiveram uma perda considerável. Em 2017, foram produzidas, no estado, 19 milhões de toneladas de soja”. Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de 2017, do IBGE, a soja, considerado o principal produto do estado, apresentou crescimento de 15,7% no Rio Grande do Sul e de 19,7% no Brasil.

O Painel também mostrou que, em termos nacionais, o Rio Grande do Sul sobressai-se na produção de uma série de produtos agropecuários. Na agricultura, o destaque fica para as culturas de arroz, uva, fumo, maçã, trigo e soja. Na pecuária, a criação de suínos e frangos, além da produção leiteira.

As fontes do Painel do Agronegócio do Rio Grande do Sul - 2017 são o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); a FEE; os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa); do Trabalho e Emprego (MTE); do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC); Seapi; Banco Central do Brasil; e Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Estatísticas da Proteína Animal no RS

Para ajudar o produtor rural a acompanhar a conjuntura do setor de proteína animal do estado, foi criado, este ano, o Grupo Técnico de Economia Rural da Seapi, que tem como parceira a FEE. "O grupo é fruto do Termo de Cooperação Técnica entre as duas instituições, assinado em 2016. E desse trabalho nasceu a publicação Estatísticas da Proteína Animal no RS", explicou o engenheiro agrônomo da Seapi, Fabrício Nunes. A ideia, segundo ele, é que a divulgação atualizada ocorra semestralmente.

As estatísticas e as análises divulgadas têm como principal referência o banco de dados do Departamento de Defesa Agropecuária da Seapi (DDA/Seapi). "Há informações relevantes dos produtores rurais nas Guias de Transporte Animal", esclareceu Nunes.

Conforme o estudo, os resultados expressos nas estatísticas de animais guiados para abate no Rio Grande do Sul, referentes ao primeiro semestre de 2017, refletem o quadro de dificuldades conjunturais a que está submetida a cadeia produtiva da proteína animal no Brasil. Das quatro principais atividades pecuárias dedicadas à produção de carne, apenas a bovinocultura registrou crescimento em relação ao primeiro semestre de 2016, de 3,2%. O número de frangos guiados para abate recuou 8,1%, enquanto o de suínos e o de ovinos registraram quedas de 5,6% e 20,3% respectivamente.

POR DARLENE SILVEIRA
Fonte: www.agricultura.rs.gov.br



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Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .