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Uruguai faz paz com o campo natural

Data: domingo, 24 de setembro de 2017 - Hora: 10:16

Historicamente descendo para a categoria de improdutiva ou indesejável, nosso Campo Natural começa a levantar sua triste aparência de espreitadelas, aqui e ali, outras chamadas de voz, furgões que por décadas estavam estacionados nas costas para ver os chakras do outro lado da cerca, eles investem sua localização para contemplar do outro lado do elétrico para a sua impressionante resiliência, capaz de sobreviver cem anos para o maltrato sem descanso.

Tão pequeno, não tem mais nada.

Somos o reflexo da gestão que fizemos ao Campo Natural, e mesmo as grandes fortunas geradas por pessoas habilitadas e merecedoras de tintas urbanas, têm na sua carne, leite ou lã de fundo. Alguém disse uma vez que é essencial saber de onde somos, saber para onde estamos indo, e como vivemos com as costas ao Campo Natural, não temos idéia de onde podemos ir ou até onde podemos ir.

Bem, isso começa a mudar, esse momento chegou

A força motriz vem de baixo, de organizações de produtores, Grupos CRE, Cooperativas e algumas instituições. A única coisa que faltava foi uma consciência geral da importância do campo natural, e neste caso, filho da necessidade, chegou o momento.

Nas áreas rurais mais diversas, surge a demanda por novas formas de uso, e talvez o ponto máximo desta ansiedade tenha sido expresso em 12 de julho, no INIA Tacuarembó, onde um público não inferior a 300 pessoas de todos áreas, participaram da convocação para o dia em "Gerenciamento de Campo Natural".

Lá, eu vi tudo, resgatei o que pude observar no meu canto

1 - Nunca no país havia muitos jovens reunidos em torno deste assunto, e nunca houve um consenso tão consensual que é imperativo trabalhar com mais pastagens. É dito por todas as instituições, grupos de produtores, consignatários e vacas. Não é uma voz contra isso.

2- Uma institucionalidade surpreendida por uma pressão do setor agrícola na demanda por dados, números e alternativas para o Campo Natural. Nos corredores, a convicção unânime de que a pesquisa está em círculos, mas longe disso, o que foi apresentado como inovação no conhecimento não será uma sobreposição repetitiva de esforços se não for sistematizada e aplicada. As pessoas estão exigindo ação. "Foi estudado muito".

3- A opinião surpreendente dos Agrónomos, que, com as palavras de um deles, ao microfone e sendo ouvida com atenção, disse que "nós fomos a maior praga que o Campo Natural teve", outro disse "as coisas que tomamos como As verdades absolutas, sem ter em conta as pessoas rurais, foram e serão o nosso maior erro ", e na mesa final pode ser ouvida", enquanto não incorporarmos o fator humano à pesquisa, continuaremos a falhar, como até agora ... "

4- A verificação de que a última frase do item 3 é verdadeira, vários casos de pesquisa participativa, produtores e técnicos buscando soluções juntas, liberando-se. A interação necessária para atender ao fator humano, a grande lacuna das receitas agronômicas das últimas décadas.

Vários produtores passaram na frente, e foi tão bom que o chefe dos pastos do INIA disse que esses dias "devem ser dados pelos produtores". Que mudança!

5- Perguntas sem medo e sem medo sobre sistemas de pastoreio, desde um rotário humilde e eficiente até a voz Voisin, o "cuco" da agronomia. O INIA considera a pesquisa necessária para quantificar os resultados dos diferentes sistemas. Ele está disposto a estudá-lo em propriedades comerciais, com o contador de que não há segurança de continuidade essencial para ter dados sólidos.

"Nós temos que gerar prata, não podemos dar ao luxo de não estudar nosso recurso principal em profundidade".

Às quatro horas da tarde, chegamos à frente, e a mesa redonda foi configurada para responder a perguntas pré-estabelecidas, mas não foi possível. Foi o suficiente para se adequar ao primeiro:

 "O que eles pensariam neste dia na estrada; o que estava faltando, o que foi? "

Pablo Boggiano, UDELAR: há informações suficientes disponíveis, as pessoas não possuem propriedade.

Juan Dutra, produtor rural de Tacuarembó: até que uma educação adequada seja fornecida aos jovens rurais, não haverá mudanças.

Rafael Gallinal, produtor rural da Flórida: gerar uma metodologia de trabalho que se manifesta em maiores produtividades.

Marcelo Pereira, IPA: a incorporação do fator humano na pesquisa é imperativa.

Ernesto Trambauer, produtor familiar do Rio Negro: a importância da imprensa na gestão do campo natural.

Fernando Lattanzi, chefe das pastagens do INIA: o INIA não pode se dar ao luxo de não estudar o campo natural.

Não será fácil sistematizar tanta informação objetivamente, espero que os modelos de produção realmente sejam alcançados, que abordem urgentemente os produtores que não ocupam mais nem menos de 65% do território nacional.

O otimismo que trago do berço, enraizado no osso, me leva a pensar que, antes de uma tremenda demonstração da necessidade urgente de uma mudança na rota, nada pode acontecer além das reuniões para decidir ações.

Dos diagnósticos rurais, as periferias das cidades estão cheias. Que este dia seja um antes e um depois para o Campo Natural, para as pessoas do campo, para o Uruguai. Vá se precisarmos ...

Texto:Juan Dutra
Fonte: www.fororural.com



Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .