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Cabanha Campana...Um trabalho feito em família

Data: domingo, 8 de outubro de 2017 - Hora: 10:35

HISTORIA DA CAMPANA
Duas éguas que fariam a história de uma cabanha.
Elas foram as encarregadas de dar o impulso para que Mário Moglia Suñé e Maita Dos Santos, começarem a construir seu proprio caminho no mundo do cavalo crioulo.
Mário confessa que como todo caminho ao começo, é dificil... O que não siginificava que esta difucldade não serviria de impulso para sonhar, trabalhar, ter foco e fé para construir alcançar suas metas.
Ano 85, Mário se forma, vai trabalhar com seu bisavó e o mesmo proporciona a ele a possibilidade de iniciar a criação física da Cabanha Campana na Estância Caneleira, onde está até hoje e já vai pelo seu RP 900 e pouco. Mas voltando aos ínicios... começam a se realizam os primeiros sonhos/projetos da Cabanha, Campana Farrapo um deles. Cavalo que foi muito bem planjeado, que carrega os inicios e as melhores sangues da Cabanha Campana. Pois Mário comenta que filho de quem ele é, BT Brazão do Junco, era um compromisso bastante grande na hora de planificá-lo, mas que dentro da reduzida manda da época se destacavam éguas capazes de fazer história. Além de existirem pessoas fundamentais neste proceso, como o tío dele, Roberto Suñé.

Mas gerações novas deveriam de chegar, isso quer dizer que é hora de planejar novos acasalamentos. Foi através de uma exposição, onde participam importantes éguas da Campana, que surge a oportunidade de acasalar a reservada de grande campeã, Campana Candombera com o Muchacho de Santa Angélica. Foi a través desse acasalmento "por acaso", que nasce o Campan Guasquero... cavalo que faz derramar várias lágrimas de alegría a familia, Bocal de Prata, e se demonstra como um excelente pai.
Sorte...claro. Mas também as oportunidades que a família do cavalo crioulo traz, sem elas Mariozinho confessa que nada sería possível.
"Acreditar no que se faz", como base de tudo, aclara. A Campana é o que é hoje porque passou por um proceso de seleção onde se aprimorou que as éguas fossem mansas, boas de andar, que estivessem na lida do campo, pois confessa que antes do que nada, está o trabalho, trabalho de campo, aquele que produz.

A Cabanha Campana é um exemplo de superação continua, Mário acredita da constante evolução sem esquecer o passado, de onde tudo nasceu. "Continuar o trabalho que nas primeiras éguas formadoras da Campana tinha". Essa é uma das maiores missões. Por isso acredita em cada acasalamento que faz, tentando sempre melhorar, olhando, indo acasalar, tendo contato. "Nunca vão me ver acasalando no computador, ou por fotos". Assim vão se criando novas gerações, vão se criando novos sonhos.

Falando com Cosas del Campo ele diz... "Não sou apaixonado pelos meus bichos, sou apaixonado pelo que faço, sou realizado por tudo o que contruí até hoje".
Em que se basa essa construção?
Além de cavalos, ele agradece primeiramente e ante tudo a sua família, mulher a filhos. Ele acredita que é um motivo de muita emoção, motivo de orgulho... "Ter uma família como a que eu tenho hoje no mundo que vivemos, é com certeza uma benção!". "Sem isso aí, as coisas não andam!", expressa.

Isso o leva a ele e a família, a que antes de negócios, antes de vendas, antes de campeonatos, exista uma razão de viver: o cavalo crioulo.

Texto: Maria Eduarda Sanes

Fotos arquivo: Cabanha Campana



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Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .