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Exportações do agronegócio crescem 23,7% em setembro

Data: terça, 17 de outubro de 2017 - Hora: 11:33

Embarques brasileiros totalizam US$ 8,56 bilhões; superávit do setor foi de US$ 7,41 bi

As exportações brasileiras do agronegócio aumentaram 23,7% em setembro, em relação ao mesmo mês de 2016. Os embarques somaram US$ 8,56 bilhões, ante US$ 6,92 bi de setembro do ano anterior. Com importações de R$ 1,14 bilhão, o setor teve superávit de US$ 7,41 bilhões. O agro representou 45,8% das exportações totais brasileiras no mês passado.

Os números constam da balança comercial do agro de setembro, divulgada nesta segunda-feira (16) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Agricultura (Mapa).

O crescimento de US$ 1,64 bilhão nas vendas externas foi puxado pelo complexo soja (+US$ 938,74 milhões); cereais, farinhas e preparações (+US$ 436,17 milhões); produtos florestais (+US$ 158,72 milhões); fibras e produtos têxteis (+US$ 55,50 milhões) e carnes (+US$ 42,50 milhões).

As vendas externas do complexo soja, de carnes, do setor sucroalcooleiro, de produtos florestais e de cereais, farinhas e preparações totalizam US$ 6,76 bilhões em vendas externas, com share de 79% no total das exportações do agronegócio em setembro de 2017.

Valor exportado
Em relação ao valor exportado, o complexo soja foi o principal setor, somando US$ 2,02 bilhões em exportações. O montante representou acréscimo de 86,9% em valor, ante o mesmo mês do ano anterior. A soja em grãos foi responsável por esse aumento nas vendas externas do setor, visto que representou 79,6% do total, com US$ 1,61 bilhão (+165,5%).

A quantidade embarcada foi de 4,27 milhões de toneladas, ou seja,196,0% de crescimento, representando recorde para o mês de setembro. As vendas de farelo somaram US$ 389,08 milhões e 1,16 milhão de tonelada. Assim como o grão, houve ampliação tanto do valor (+6,1%) quanto da quantidade embarcada de farelo (+27,1%), apesar da queda no preço médio (-16,5%).

O setor de carnes ocupou a segunda posição no ranking de setores exportadores do agronegócio, com US$ 1,38 bilhão, dos quais a carne de frango representou 45,8% (US$ 630,65 milhões). As exportações de carne de frango in natura alcançaram US$ 568,60 milhões, com recorde em quantidade: 355,24 mil toneladas.

As vendas de carne bovina foram de US$ 554,95 milhões, isto é, 17,7% superiores ao que foi registrado em setembro de 2016. Também houve aumento em quantidade (+17,1%, de 115,67 para 135,39 mil toneladas) e preço (+0,5%, de US$ 4.077 para US$ 4099 por tonelada).

As exportações do complexo sucroalcooleiro foram de US$ 1,36 bilhão. O açúcar foi responsável por quase toda a cifra registrada nas vendas do setor, com 94,4% (US$ 1,28 bilhão). A quantidade embarcada de açúcar de cana em bruto alcançou o recorde de 2,95 milhões de toneladas no mês de setembro (+9,3%). Apesar da queda em quantidade (-1,8%), houve ampliação do valor em vendas de álcool (de US$ 73,85 em setembro de 2016 para 75,62 milhões no mesmo mês do ano seguinte).

As vendas externas de produtos florestais somaram US$ 1,03 bilhão, levando o setor a ser o quarto principal exportador do agronegócio em setembro. As exportações de celulose, principal produto da cadeia, alcançaram o recorde para o mês de setembro, com US$ 560,33 milhões (+19,4%). As vendas de madeiras e suas obras e papel, por outro lado, apresentaram crescimento em valor de 23,2% e 7,5%, respectivamente.

Já os embarques de cereais, farinhas e preparações totalizaram US$ 974,92 milhões, principalmente por causa do milho. O cereal foi responsável por 93,9% do valor exportado pelo setor, com registros recordes para setembro tanto em valor, como em quantidade: US$ 915,59 milhões (+86,4%) e 5,91 milhões de toneladas (+103,0%).

Ásia e China

A Ásia se manteve como principal região de destino das exportações do agro brasileiro, com US$ 3,83 bilhões. Em função do aumento das vendas de soja em grãos do Brasil (de US$ 487,22 milhões para US$ 1,47 bilhão; +202,5%) houve aumento de 40,6% em exportações para a região, de modo que sua participação aumentou para 44,8% do total.

Já entre os países, o principal importador do agro brasileiro é a China. A soja em grãos contribuiu para a manutenção daquele mercado como principal destino do agronegócio do Brasil, com US$ 1,85 bilhão em aquisições, dos quais US$ 1,31 bilhão foi apenas da oleaginosa. Tal cifra representou crescimento de 272,1%, de modo que a participação chinesa passou de 12,2% para 21,6% no período.


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Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .