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Uma empresa familiar dedicada...

Data: quarta, 8 de novembro de 2017 - Hora: 13:07

A Estância São Carlos é uma empresa familiar dedicada a gerar produtos primários, busca utilizar tecnologia de ponta, tanto na pecuária, como na agricultura, procurando a integração de ambas.
Na pecuária de corte predomina a raça Angus, ciclo completo, abatendo novilhos precoces de 14 a 24 meses de idade.
Nos ovinos desenvolve a genética Booroola atingindo taxa de 150% de média na produção de cordeiros, sendo abatidos com 3 a 10 meses de idade, possui venda permanente de Carneiros com o gene Booroola certificados pela Embrapa.

Nos cavalos crioulos tem destaque na raça, vencendo o freio da Ficcc em 1992 com a égua SC 38.
Na agricultura destaca-se na produção de soja e arroz.

A Estância São Carlos começou suas atividades em 1938 por seu fundador Análio Silveira de Ávila que dedicava-se a pecuária, sendo sua atividade principal a invernada de gado, em 1965 passou para seu filho Carlos Santos Silveira de Ávila que começou a se especializar cada vez mais na área, tornando a propriedade mais produtiva.
No ano de 2005 teve a oportunidade de ir a Nova Zelândia juntamente com o Juntos pra competir do sistema Farsul, onde conheceu a genética Booroola que logo viu a grande oportunidade para implantar no seu rebanho, podendo aumentar o número de cordeiros e aumento de renda numa mesma área ocupada, assim chegando da viagem procurou a Embrapa de Bagé - RS , onde foi pioneiro da implantação da genética em produtor particular recebendo todo o apoio e incentivo para desenvolver a genética, atualmente e' um grande criador, vendendo carneiros com gene Booroola, certificados pela Embrapa e a produção de cordeiros para abate.

A ORIGEM:

A primeira identificação em ovinos com alta prolificidade, se localizou numa fazenda chamada BOOROOLA na Austrália, depois de 20 anos, outros pesquisadores se preocuparam em identificar a causa dessa característica e então mapearam ao redor do mundo outras ovelhas que tinham característica similar, descobriram que a causa era a mesma mutação em ovelhas na Indonésia, na India também encontraram ovelhas com as mesmas condições de alta proliñcidade, a partir daí consagrou-se o nome de Booroola para homenagear o primeiro lugar que elas foram identificadas, (as ovelhas Booroolas lê-se Burulas). Tiveram dificuldade de identificar os animais porque não e possível identificar a olho nu, antes de 2001 era preciso muito tempo, mas com a evolução, a identificação da mutação tomou-se mais rápida sendo feita através de testes de DNA. A condição Booroola é manifestada somente nas fêmeas. O produtor para introduzir no seu rebanho essa genética, compra um carneiro com essa característica, que já foi diagnosticado por teste genético (DNA) e ele acompanham todas as ovelhas que no 1° parto der duplo, e observa o 2° parto, se resultar em parto duplo, podemos afirmar que com certeza essas ovelhas tem o gene booroola, as ovelhas que até o 2° parto não resultam em parto duplo não são booroolas. Esse acompanhamento é o suficiente para o produtor que quer aumentar o número de seus cordeiros e usar o rebanho comercialmente, mas se o produtor quer saber se o cordeiro macho tem o gene booroola tem 2 possibilidade, esperar os 3 anos, que é o tempo de ver se suas filhas vão ter parto duplo ou fazer o teste de DNA do animal.
O que se espera e' que com a presença dessa característica genética :50% dos animais resultem em partos duplos, 30% em partos simples, e uma margem de 20% em partos triplos e ocasionalmente aconteçam partos quádruplos.

Arquivo fotos : Estância São Carlos.
Distrito de São Diogo | Municipio de Pedras Altas | RS.



Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .