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Conselho de Agrometeorologia lista orientações para La Niña neste verão

Data: terça, 9 de janeiro de 2018 - Hora: 10:22

Em reunião realizada no final de dezembro, o Conselho Permanente de Meteorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs) elaborou documento sobre o prognóstico climático e recomendações técnicas para as culturas de verão nos meses de janeiro, fevereiro e março.

O documento cita que, de acordo com a análise da temperatura da superfície do mar no Pacífico Equatorial Central, que registrou anomalia negativa, deve haver a atuação de um evento La Niña moderado no decorrer deste verão, influenciando na redução de chuvas durante o período. Os dias mais quentes, junto com a redução das chuvas, aumentará o risco de déficit hídrico ao longo da estação, especialmente na metade Sul do Estado.

Orientações técnicas

Arroz

Racionalizar o uso da água disponível através de técnicas de manejo adequadas, tais como movimentação mínima da água nos quadros e manutenção de baixas lâminas de água;
Utilizar adubação nitrogenada em cobertura de acordo com a indicação da análise do solo.
Feijão

Feijão da safra - logo que atingida à maturação proceder à colheita e trilha o mais breve possível;
Irrigar, quando necessário, preferencialmente durante a floração e desenvolvimento de vagens;
Na safrinha, escalonar a época de semeadura e, se possível, utilizar mais de uma cultivar, respeitando o zoneamento agrícola;
Fazer adubação em cobertura preferencialmente antes da ocorrência de chuvas ou quando o solo apresentar disponibilidade de água adequada.
Milho

Fazer adubação em cobertura preferencialmente antes da ocorrência de chuvas ou quando o solo apresentar disponibilidade de água adequada;
Irrigar, quando necessário, preferencialmente durante a floração e o enchimento de grãos.
Soja

Irrigar, quando necessário, preferencialmente durante a floração e desenvolvimento de vagens;
Realizar os tratos culturais recomendados para a cultura.
Hortaliças

Quando necessário irrigar, fazê-lo pela manhã, e dar preferência à irrigação por gotejamento;
Recomenda-se a produção de mudas em ambiente protegido no sentido de garantir a qualidade das mesmas;
Em ambientes protegidos (túneis e estufas) proceder a abertura o mais cedo possível pela manha. Realizar o fechamento ao por do sol;
Caso não haja irrigação, evitar a produção de mudas em recipientes que acarretem a perda do sistema radicular.
Fruticultura

Promover o manejo da vegetação em pomares com coberturas verdes, de forma que propicie a cobertura morta na projeção da copa das frutíferas para proteger o solo;
Usar o raleio de frutas como prática indispensável;
Quando necessário irrigar, faze-lo pela manhã, e dar preferência à irrigação por gotejamento;
Não havendo molhamento foliar em cultivos sob cobertura plástica, evitar a aplicação de defensivos agrícolas;
Em pomares jovens, suplementar com irrigações para favorecer o estabelecimento das plantas, associada a práticas de manejo na linha (aplicação de dessecantes e/ou roçadas).
Forrageiras

No manejo de plantas forrageiras, promover a manutenção da cobertura de solo e de boa disponibilidade de forragem, através de cargas animais adequada;
Reduzir a carga animal na pastagem durante o período de estiagem;
Aumentar o estoque de forragens na propriedade, seja no campo (redução da carga animal e diferimento de potreiros), seja através de forragens conservadas (feno ou silagem);
Utilizar suplementações estratégicas para as categorias dos rebanhos mais necessitados nos períodos em que ocorrerem estiagens;
Quando possível, indica-se a irrigação de pastagens cultivadas nos períodos de estiagem.

POR ELAINE PINTO
Em reunião realizada no final de dezembro, o Conselho Permanente de Meteorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs) elaborou documento sobre o prognóstico climático e recomendações técnicas para as culturas de verão nos meses de janeiro, fevereiro e março.

O documento cita que, de acordo com a análise da temperatura da superfície do mar no Pacífico Equatorial Central, que registrou anomalia negativa, deve haver a atuação de um evento La Niña moderado no decorrer deste verão, influenciando na redução de chuvas durante o período. Os dias mais quentes, junto com a redução das chuvas, aumentará o risco de déficit hídrico ao longo da estação, especialmente na metade Sul do Estado.

Orientações técnicas

Arroz

Racionalizar o uso da água disponível através de técnicas de manejo adequadas, tais como movimentação mínima da água nos quadros e manutenção de baixas lâminas de água;
Utilizar adubação nitrogenada em cobertura de acordo com a indicação da análise do solo.
Feijão

Feijão da safra - logo que atingida à maturação proceder à colheita e trilha o mais breve possível;
Irrigar, quando necessário, preferencialmente durante a floração e desenvolvimento de vagens;
Na safrinha, escalonar a época de semeadura e, se possível, utilizar mais de uma cultivar, respeitando o zoneamento agrícola;
Fazer adubação em cobertura preferencialmente antes da ocorrência de chuvas ou quando o solo apresentar disponibilidade de água adequada.
Milho

Fazer adubação em cobertura preferencialmente antes da ocorrência de chuvas ou quando o solo apresentar disponibilidade de água adequada;
Irrigar, quando necessário, preferencialmente durante a floração e o enchimento de grãos.
Soja

Irrigar, quando necessário, preferencialmente durante a floração e desenvolvimento de vagens;
Realizar os tratos culturais recomendados para a cultura.
Hortaliças

Quando necessário irrigar, fazê-lo pela manhã, e dar preferência à irrigação por gotejamento;
Recomenda-se a produção de mudas em ambiente protegido no sentido de garantir a qualidade das mesmas;
Em ambientes protegidos (túneis e estufas) proceder a abertura o mais cedo possível pela manha. Realizar o fechamento ao por do sol;
Caso não haja irrigação, evitar a produção de mudas em recipientes que acarretem a perda do sistema radicular.
Fruticultura

Promover o manejo da vegetação em pomares com coberturas verdes, de forma que propicie a cobertura morta na projeção da copa das frutíferas para proteger o solo;
Usar o raleio de frutas como prática indispensável;
Quando necessário irrigar, faze-lo pela manhã, e dar preferência à irrigação por gotejamento;
Não havendo molhamento foliar em cultivos sob cobertura plástica, evitar a aplicação de defensivos agrícolas;
Em pomares jovens, suplementar com irrigações para favorecer o estabelecimento das plantas, associada a práticas de manejo na linha (aplicação de dessecantes e/ou roçadas).
Forrageiras

No manejo de plantas forrageiras, promover a manutenção da cobertura de solo e de boa disponibilidade de forragem, através de cargas animais adequada;
Reduzir a carga animal na pastagem durante o período de estiagem;
Aumentar o estoque de forragens na propriedade, seja no campo (redução da carga animal e diferimento de potreiros), seja através de forragens conservadas (feno ou silagem);
Utilizar suplementações estratégicas para as categorias dos rebanhos mais necessitados nos períodos em que ocorrerem estiagens;
Quando possível, indica-se a irrigação de pastagens cultivadas nos períodos de estiagem.

Fonte: Eliane Pinto
Foto: Fernando Diaz



Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .