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Tecnologia pioneira de fertilizante completo foi desenvolvida em laboratório da Embrapa

Data: sexta, 26 de janeiro de 2018 - Hora: 09:54

Inovação

Nova fórmula pode reduzir o número de aplicações de fertilizantes, impactando os custos de produção

Pesquisa realizada em laboratório da Embrapa desenvolveu tecnologia pioneira no país de fertilizante completo. Trata-se de película formada por micronutrientes, em grande concentração que recobre de forma homogênea grânulos dos macronutrientes nitrogênio, fósforo e potássio, conhecidos pela sigla NPK. Com isso, o agricultor terá um produto completo para aplicar na lavoura com nutrientes balanceados e potencial de aumentar a produtividade e reduzir aplicações de fertilizantes.

A inovação é fruto de uma década de estudos desenvolvidos no Laboratório Nacional de Nanotecnologia aplicada ao Agronegócio (LNNA) da Embrapa Instrumentação (SP), que lidera a Rede AgroNano. Da rede participam pesquisadores de universidades de todas as regiões do país e de mais de 50 empresas. A pesquisa envolveu a empresa Produquímica/Compass Minerals, para quem a formulação foi licenciada em 2017.

O trabalho envolveu pesquisadores do laboratório da Embrapa e da unidade da Produquímica, em Suzano (SP), que já desenvolvia micronutrientes com quantidades destinadas a diferentes tipos de culturas. "Conseguimos desenvolver uma suspensão estável para os fertilizantes que a empresa já desenvolvia na forma sólida, em pó, com a qual não é possível fazer recobrimento direto", conta a coordenadora da pesquisa na Embrapa Instrumentação, Elaine Cristina Paris.

A novidade foi apresentada com o nome comercial de MicroActive na 10ª Fertilizer Latino Americano (FLA), nesta semana, em São Paulo. Considerado o principal evento do setor de fertilizantes, a conferência anual tem a participação de inscritos de mais de 50 países.

Custo menor e produtividade
Elaine Paris explicou que a formulação pode reduzir o número de aplicações de fertilizantes, impactando diretamente nos custos da produção agrícola, além de ter o potencial de fornecer as condições ideais de nutrição para as plantas. "A formulação pode aumentar a produtividade, uma vez que o fornecimento de macro e micronutrientes de modo simultâneo permite às plantas produzirem próximo ao seu potencial genético", acrescenta.

A tecnologia chega pouco mais de um ano depois da Instrução Normativa 46 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que dispõe sobre regras para uso de fertilizantes minerais destinados à agricultura. De 22 de novembro de 2016, a instrução requer soluções referentes à homogeneidade de aplicação de micronutrientes e garantia de composição.

Revestimento resistente
Líder da Rede AgroNano, o pesquisador da Embrapa Caue Ribeiro diz que o material desenvolvido tem a função de recobrir a superfície do grão, que vai ser usado para levar o outro fertilizante junto. "Tinha de ser uma capa de alta aderência na superfície que não se desprendesse quando fosse aplicada. Não poderia sair", conta. O resultado foi um produto altamente concentrado em micronutrientes que pode ser aplicado diretamente em fertilizantes NPK, sem a necessidade de aditivos.

A formulação tinha que ter ainda quantidade próxima ou adequada, o que corresponde à proporção de duas partes de micronutriente para cada uma de macronutriente, a fim de que a planta receba todos os elementos de que precisa de forma balanceada.

Desafio
"Esse foi o maior desafio da pesquisa, colocar um nutriente sobre outro sem perder a adesão ao longo do tempo, que conseguisse manter a proporção correta, ser de fácil aplicação e ainda homogêneo. Juntos, desenvolvemos uma fórmula com componentes amigáveis, que não agride o meio ambiente", lembra o pesquisador.

A complexidade da equação se deve, sobretudo, ao fato de o produtor ter de aplicar o fertilizante na lavoura em grande quantidade, dependendo do tamanho da plantação. De acordo com Ribeiro, a dosagem inicial deve ser a mesma sempre até o final da aplicação. "A pesquisa consistiu basicamente em encontrar essa formulação, o correto balanço dos componentes e fazer os ajustes", diz.

Desenvolvida no âmbito da Rede AgroNano, composta por mais de 150 pesquisadores e com o apoio da Rede FertBrasil, a pesquisa teve início em 2013, a pedido da Produquímica, mas focada no desenvolvimento de uma suspensão de nanopartículas de óxido de zinco (ZnO), como rota tecnológica alternativa para recobrimento de fertilizantes comerciais. A FertBrasil reúne aproximadamente 130 pesquisadores de mais de 20 centros de pesquisa da Embrapa tendo como parceiras 73 instituições de pesquisa e extensão e 22 empresas privadas do ramo de fertilizantes.

Nutrientes
De acordo com a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), de janeiro a dezembro de 2017, o mercado de fertilizantes no Brasil consumiu mais de 34 milhões de toneladas. O país é o quarto maior consumidor do insumo no mundo, e importa 75% do total utilizado.

Os fertilizantes são adubos sintéticos ou naturais que disponibilizam nutrientes vitais para o bom desenvolvimento das plantas, sendo classificados de acordo com as quantidades exigidas por elas, em duas categorias: os macronutrientes compreendem o nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), enxofre (S), magnésio (Mg) e cálcio (Ca). Já os micronutrientes são o boro (B), cobre (Cu), manganês (Mn), zinco (Zn), molibdênio (Mo), ferro (Fe) e cloro (Cl).

Segundo o pesquisador Caue Ribeiro, o fertilizante está para a planta como as vitaminas estão para o organismo humano. "Se o indivíduo não tiver determinadas vitaminas, ele não vai conseguir acessar o nutriente. O que muda é a forma com que esse nutriente é levado para a planta. Ela precisa na realidade do íon metálico, do zinco, por exemplo. Sem ele, a planta não acessará o macronutriente, mesmo que este esteja presente no solo ", explica. Os micronutrientes cumprem esse papel. "A pesquisa conseguiu disponibilizar esse elemento dentro da formulação do fertilizante", finaliza o líder da Rede AgroNano.

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Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .