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Tempo firme pode prejudicar lavouras no Rio Grande do Sul

Data: quarta, 14 de fevereiro de 2018 - Hora: 17:57

A presença de uma massa de ar polar sobre grande parte da região Sul do Brasil na manhã desta quarta-feira manterá o tempo aberto e sem previsão de chuva em praticamente todas as regiões produtoras do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Além do tempo aberto, as temperaturas também estão mais baixas, por conta dessa massa de ar fria. Em alguns municípios gaúchos da região de fronteira com o Uruguai, o dia amanheceu com temperaturas em torno dos 12 e 13°C. Essas temperaturas não são muito boas para essa época do ano, uma vez que afeta o pleno desenvolvimento das lavouras. Contudo, esse sistema já começa a perder forças e a partir da próxima madrugada as temperaturas começarão a entrar em elevação. Não há previsão de chuva nos próximos cinco dias sobre grande parte da região Sul, somente pancadas de chuva muito isoladas podem ocorrer sobre a metade norte do Paraná. Apenas em meados da semana que vem é que esse padrão de tempo começará a mudar e chuvas mais generalizadas poderão ocorrer sobre as regiões produtoras.

Esse tempo mais firme deve trazer muita apreensão não só aos produtores, como também ao mercado, que poderá entender que eventuais quebras poderão vir a ocorrer na produtividade das lavouras. Porém, ainda é muito cedo para fazer tais diagnósticos, já que os solos ainda apresentam bons índices de umidade. Apenas na região da fronteira sul do Rio Grande do Sul é que as condições continuarão bem complicadas, uma vez que a frente fria que passou pelo estado nesse último final de semana não provocou chuva e os níveis de umidade do solo reduziram-se drasticamente nos últimos dias.

Com o avanço dessa massa de ar polar sobre o Sul do Brasil, o corredor de umidade se mantém sobre a faixa central do país e há previsão de pancadas de chuvas nesta quarta-feira sobre as regiões produtoras de São Paulo, sul e triangulo mineiro, metade sul de Goiá, norte do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. Também estão previstas pancadas de chuvas sobre as áreas produtoras do Pará, Maranhão e Piauí e norte do Tocantins. Já no oeste da Bahia, as chuvas só deverão retornar em meados da semana que vem.

Tendência

Mesmo com a previsão de chuva para o Mato Grosso e Goiás nos próximos dias, as condições ainda se manterão favoráveis à realização da colheita, uma vez que só deve chover na forma de pancadas. A tendência para esses próximos sete dias é de chuvas ainda mais irregulares sobre todas as regiões produtoras do Sudeste, Centro-Oeste e do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia, permitindo assim, que os produtores consigam ir a campo e realizem todos os tratos culturais, como colheita, plantio e pulverizações.

Mesmo com a ausência de chuva em regiões como oeste da Bahia, leste do Tocantins e sul do Piauí nos próximos dias, não há indícios de reduções nos potenciais produtivos das lavouras.

Fonte: Climatempo



Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .