bemestar

Dono de frigorífico investe alto em genética e manejo de pastagem no RS

Data: sexta, 22 de junho de 2018 - Hora: 15:02

Rally da pecuária iniciado nesta semana encontra também exportador de bois vivos para a Turquia

Criador de gado que investe em tecnologia e também é dono de frigorífico, exportador de gado vivo diretamente para a Turquia e produtor que mantém as tradições de gerações anteriores. Esses foram alguns tipos de pecuaristas identificados nos primeiros dias pelo Rally da Pecuária, maior expedição técnica privada do país que iniciou seu roteiro nesta semana no Rio Grande do Sul. Em dois dias, a equipe que conta com agrônomos e técnicos, entre outros, percorreu mais de 700 quilômetros.

Luiz Roberto Saafeld, 47 anos, abate 2.000 cabeças de gado por mês em seu frigorífico no município de Cristais. A carne do Frigorífico Coqueiro abastece supermercados de bairros e casas de carne no Estado. Uma pequena parte é enviada para uma empresa paulista. "Só tem uma possibilidade de ganhar dinheiro com pecuária no Rio Grande do Sul: produzindo com qualidade. E não dá para sobreviver vendendo para redes de supermercados, que pagam um preço negativo para o pecuarista", diz Luiz, que começou o negócio com o pai em 1987, época em que abatia cinco cabeças por dia.

"Tem que entender o pasto como uma lavoura e saber que os animais são apenas uma ferramenta, uma colheitadeira."

LUIZ ROBERTO SAAFELD, PECUARISTA

Cerca de 30% do gado que entra no frigorífico vêm do segundo negócio de Luiz, a Fazenda Pérola Negra, de 1.000 hectares, que fica às margens da Lagoa dos Patos. "A fazenda é um estoque regulador da minha indústria e me dá tranquilidade para negociar com os outros produtores." Ele tem 25 fornecedores. Aqueles que entregam bois com mais qualidade de carne e com regularidade recebem um bônus.

A fazenda de Luiz tem 900 hectares de pastos perenes, implantados após dois anos de soja, seguida por adubação anual e aplicação de calcário. Lá é feita recria e engorda de animais machos e castrados de raças como angus, hereford e outras de origem europeia, desde 2001. São criados a pasto cerca de 3.000 a 4.000 bois, sendo terminados em confinamento 2.000 por ano.

Cerca de 30% do gado que entra no frigorífico vêm do segundo negócio de Luiz, a Fazenda Pérola Negra, de 1.000 hectares, que fica às margens da Lagoa dos Patos. "A fazenda é um estoque regulador da minha indústria e me dá tranquilidade para negociar com os outros produtores." Ele tem 25 fornecedores. Aqueles que entregam bois com mais qualidade de carne e com regularidade recebem um bônus.

A fazenda de Luiz tem 900 hectares de pastos perenes, implantados após dois anos de soja, seguida por adubação anual e aplicação de calcário. Lá é feita recria e engorda de animais machos e castrados de raças como angus, hereford e outras de origem europeia, desde 2001. São criados a pasto cerca de 3.000 a 4.000 bois, sendo terminados em confinamento 2.000 por ano.

Fonte: GloboRural



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