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Montadoras de máquinas estão otimistas com vendas na Expointer

Data: segunda, 3 de setembro de 2018 - Hora: 10:30

A dois dias do final da Expointer, diretores das principais empresas de máquinas e implementos agrícolas projetam um crescimento de 5% a 10% nas vendas em relação à feira do ano passado. A feira agropecuária que se realiza nos 45 mil metros quadrados do Parque Assis Brasil, em Esteio (RS), termina domingo, dia 2 de setembro.

A New Holland é a mais otimista. Alexandre Blasi, diretor Mercado Brasil, diz que a demanda na feira neste ano está 30% maior do quem 2017. Por conta disso, ele projeta um crescimento de 10% nas vendas. O executivo destaca que a Expointer tem um caráter diferenciado por ser bastante voltada para pecuária e receber compradores da Argentina, Uruguai e Paraguai.


A John Deere espera uma elevação de 5% a 8% nas vendas neste ano na feira, segundo o gerente divisional Eduardo Martini. Entre os destaques da marca, ele cita duas soluções tecnológicas. O Conectividade Rural visa conectar fazenda e máquinas por meio de torres wi-fi com capacidade de alcance de até 30 km. Essa tecnologia, lançada na Agrishow em maio, já está em operação em fazendas do Mato Grosso. A outra é o Centro de Operações, uma plataforma que gerencia os dados online, integrando informações das máquinas, da produção e agronômicas para auxiliar o produtor a tomar a melhor decisão.

Na Massey Ferguson, a expectativa é fechar com crescimento de 7% em relação a 2017. "As boas perspectivas da safra no sul do país ajudam nesse aumento, aliado ao fato de a Massey estar investindo em novos segmentos para atender o produtor local", diz Eduardo Nunes, diretor de vendas Brasil da marca, que trouxe grupo de colombianos para conhecer a feira e trocar experiências.

Valtra e Jacto foram as únicas entre as empresas entrevistadas que não projetaram crescimento nas vendas neste ano na feira. "Deve atingir o mesmo patamar do ano passado", diz Rodrigo Junqueira, diretor de vendas Brasil da Valtra. As justificativas para o empate são a greve dos caminhoneiros, que paralisou a produção no país em maio, e a seca que vem prejudicando a cana-de-açúcar.

Fonte: Globo Rural | Eliane Silva , Esteio RS



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