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Primeiros animais Ultrablack são registrados no Brasil

O Brasil já tem seus primeiros exemplares da raça Ultrablack registrados. A raça, que teve autorização concedida pelo Ministério da Agricultura à Associação Brasileira de Angus, emitiu o primeiro certificado neste mês de julho. O registro número 1 foi para o terneiro de pelagem preta VPJ Ultra Black King IA 001, do criador Valdomiro Poliselli Junior, de Mococa (SP). O segundo e o terceiro são do Rio Grande do Sul: La Coxilha Ultra 1021 Chalten Jarau, da Cabanha La Coxilha, de Cacequi (RS) e São Xavier UB 6026, da Cabanha São Xavier, de Tupanciretã (RS), respectivamente.

A novidade, anunciada pelo presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber, durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (2/8), em Porto Alegre, já desperta interesse de criadores em diferentes regiões do Brasil. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber, a primeira comercialização de touros brasileiros está sendo programada para leilão previsto para 2020. “Vários criatórios estão começando a investir na raça no Sul, no Brasil Central e no Sudeste. A Ultrablack casa a qualidade do sangue Angus com a rusticidade necessária para os campos do Brasil Central, sendo uma excelente opção para cruzamento com as fêmeas F1 resultantes do casamento da Angus com zebuínos no Centro Oeste”, pontuou.

Composição genética

A Ultrablack é uma raça sintética que tem sua formação a partir do cruzamento de animais Angus e Brangus. Para ser Ultrablack o animal deve ter, no mínimo 80% e máximo de 85% de genética Angus e máximo de 20% de genética zebuína. O criador interessado em ter um rebanho Ultrablack tem dois caminhos: produzir seus próprios animais ou esperar pelos primeiros leilões. O gerente de Fomento da Angus, Mateus Pivato, explica que para obter um legítimo Ultrablack passível de registro é preciso estar atento aos critérios definidos pela Associação Brasileira de Angus e usar reprodutores para acasalamento que tenham registro definitivo. “Só assim, esses criatórios poderão obter o registro do animal Ultrablack”, ressalta Pivato. O regulamento e todos os formulários para registro da raça estão no site da Associação Brasileira de Angus (www.angus.org.br)

Julgamentos cada vez mais acirrados

Seguindo movimento de queda nas inscrições de animais de raça em exposições, a Associação Brasileira de Angus registrou 110 animais de argola de 19 criatórios (SP e RS) para a Expointer 2017. O número representa uma queda de 34% em relação aos 167 exemplares cadastrados para a feira de 2016. “Ano a ano, vemos que os criadores optam por trazer menos animais em função do alto custo de transporte e permanência nas exposições. Isso ocorre em diversas feiras no mundo e implica em uma maior seleção dos animais em julgamento. O que vem para as feiras é o melhor do melhor, uma apresentação cada vez mais padronizada que torna nossos julgamentos cada vez mais acirrados”, pontuou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. Neste ano, o Julgamento da Angus em Esteio ocorrerá nos dias 29/8 para as fêmeas e 30/8 para os machos. A avaliação ficará a cargo de um dos mais experientes conhecedores da raça: o veterinário gaúcho Flávio Montenegro Alves.

Com relação aos rústicos, a expectativa é contar com 35 trios. Os números devem ser fechados até o dia 7 de setembro, quando terminam as inscrições da categoria. O julgamento dos animais rústicos ocorrerá na segunda-feira (28/8).

Angus Jovem realiza concurso de Fotografia

Comemorando um ano de fundação neste Expointer, a Angus Jovem promove concurso de fotografias na feira de 2017. Seguindo temáticas referentes à raça, a disputa ocorrerá pela internet e vencerá a imagem que obtiver mais curtidas nas redes sociais. Além do grande prêmio de popularidade, a Angus escolherá 10 outras imagens, que também receberão prêmios. Tendo condições para uso, as fotos serão utilizadas nos canais de mídia da Associação Brasileira de Angus.

No seu primeiro ano, a Angus Jovem realizou dezenas de encontros em diferentes regionais. Os resultados desse trabalho serão apresentados em encontro no dia 26 de agosto. Entre as ações do ano destacaram-se giras técnicas e encontros em Pelotas, Cruz Alta, Bagé, Santa Maria, Uruguaiana e no Paraná.

Circuito técnico marca ação no segundo semestre

O segundo semestre de 2017 marcará o início de nova fase da campanha Touro Angus Registrado, lançada em 2016. Nos próximos meses, uma equipe técnica percorrerá tradicionais regiões produtoras de gado para difundir in loco as vantagens de trabalhar com animais marcados. A ação terá início na semana de 7 a 11 de agosto por Rio Grande, Bagé e Santana do Livramento. Na sequência, será a vez de Alegrete, São Borja e São Francisco de Assis. A agenda do circuito deve seguir ao longo do semestre.

Fonte: Associação Brasileira de Angus.



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Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .