Histórias de Vida

Das prantas, pras pistas morfológicas!

"O jardineiro que trocou as prantas pela vitória nas pistas morfológicas!" É com muito prazer que começamos esta "História de vida", com esta frase, uma história realmente emocionante.
Lá pelo ano 1985, na campanha, é que nasce um gurizinho, que não mediria esforços para se superar. Ele é Genildo Gonçalves de Oliveira, ou "O Leco", como todos o conhecem.
Leco, hoje é casado com Kamille Ferraz, e tem dois filhos, um casal.
O moço, sempre foi criado na campanha. Onde pegou o verdadeiro gosto pela lida, e claro, o gosto pelos animais. Gosto que mais tarde, iria fazer Leco derramar lágrimas de alegria.
Mais até acontecer isso, muita agua correu pelo barco dele.
Agua que só trouxe ensinamentos e boas lições de vida.
Cedo na vida dele, ele decide deixar de estudar, para começar a trabalhar. Ele queria ser independente, queria tocar sua vida.
Foi então, que o avó dele, era capataz na Estância da Lagoa e arruma um serviço de jardineiro para ele; decidido, ele atracou no serviço que o avó tinha conseguido para ele, mas sem querer querendo, os olhos do menino, se desviavam para o galpão onde estavam os cavalos.
Mas, ele continuou com seu oficio que o avó tinha conseguido sem problemas.
Tempo depois, decide voltar para a cidade, em busca de um trabalho "melhor". Mas para a surpresa dele, se deu conta, que no fundo, não era isso que ele queria. Ele queria mesmo era fazer parte daquele galpão, cheio de cocheiras.
Por isso é que todos dizem, que quando tu quer muito alguma coisa, faças o possível e o impossível, para tê-lo.
Foi então, que a través de um comentário que o Leco fez para uns amigos que trabalhavam na Lagoa, que em abril de 2007, o chamam dizendo, que lá, em aquele galpão cheio de cocheiras, tinha uma vaga para ele.
Claro!, Leco não demorou um segundo em começar a juntar as tralhas e partir para lá.
Devagarinho, foi entendendo como tudo funcionava, como era a lida, sem souber, o que estaria por vir.
Como no começo, ele era quem preparava e ajudava na lida na cabanha, não ia nas pistas.
Mas, os resultados mesmo assim vieram, quando Pirai 1569 do Brazão, se consagra Campeão da Expointer.
Só de o Leco pensar que tinha sua mão o preparo, já era motivo para sorrir e comemorar.
2011 foi o ano. Foi o ano de sair da Estância, direto para as pistas morfológicas. Pistas que permitiram a Leco, demonstrar que estava no caminho certo, já que na primeira saída, a égua Arábia Cala Bassa se consagra ante sua direção na pista, Grande Campeã da Expointer.
Mas isso, só foi o começo, só foi o começo de uma caminhada de vitórias, internacionais e nacionais. Vitórias que só enchem o Leco de orgulho, por conduzir bem, animais tão importantes.
Leco, conversou com Cosas del Campo, e nos falou que de vez em quando, bate aquele medo, por tanto compromisso nas mãos dele, já que ele é o cabanheiro de uma das cabanhas mais importantes da Raça Crioula.
"Não há de que ter medo quando as coisas se faze com compromisso e seriedade", né?
Então lá vem 2016, ano que realmente marcou a vida do Leco.
Para tantas vitórias, somava-se uma "dobradinha" quando a Cabanha Cala Bassa, obtém Grande Campeão, e Grande Campeã na morfologia da Expointer.
Além de nas pistas ser fera, em casa também é.
Fomos conversar com a esposa de Leco, quem nos conta, que apesar de tudo, ela está sumamente agradecida por ter o companheiro de vida que tem ao lado. Além de ser um bom marido, ele é um ótimo pai, dedicado, carinhoso, e de vez em quando, muito ciumento com a filha Monique.
Simplesmente, tantas vitórias, resumem, uma lição de vida para todos nós.
Leco, e sua continua superação, dia pôs dia, vitória pôs vitória, nos demonstra que quando a gente quer se superar, quer sair em frente, basta ter vontade, basta ir atrás, basta aproveitar as oportunidades que esta vida tem.
Fica aqui por aqui, uma história de vida real, de uma pessoa, que merecidamente tem esta homenagem, que Cosas del Campo, preparou com muito carinho.


Texto: María Eduarda Sanes.



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Nossos Colunistas

Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .