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Estado solicitará avaliação da retirada de vacinação da aftosa

Data: quarta, 27 de setembro de 2017 - Hora: 15:15

Estado encaminhará ao MAPA solicitação de auditoria para avaliar possibilidade de retirada de vacinação da aftosa

Decisão foi tomada em reunião com vice-governador Cairoli, secretário Ernani Polo e entidades do setor de proteína animal

POR ELAINE PINTO/ ALEXANDRE FARINA/EDUARDO MALTA
O Governo do Estado vai solicitar ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, uma auditoria para avaliar a execução das metas do Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, que visa a suspensão da vacinação contra a doença e as ações que estão sendo implementadas no Plano Estadual elaborado no RS, pelo serviço de defesa agropecuária da secretaria da agricultura, neste sentido. Recentemente o Paraná também registrou a solicitação, tendo auditoria já marcada para o mês de janeiro de 2018. O plano estadual prevê que todas as metas do Ministério da Agricultura sejam atingidas até 2018, permitindo que, em 2019, seja tomada a decisão de retirada total da imunização, dando ao estado o status de área livre de febre aftosa sem vacinação. A decisão foi tomada, de forma unânime, durante reunião do vice-governador José Paulo Cairoli, com o secretário da agricultura, pecuária e irrigação, Ernani Polo, com o Superintendente do MAPA no estado, Bernardo Todeschini, e com entidades do setor produtivo – Farsul, Fetag, Febrac, Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Sindicato das Indústrias de Produtores de Suínos (Sips) e Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), além do próprio Ministério.

A iniciativa tem o objetivo de reforçar a sanidade do rebanho do Estado e ampliar a comercialização do produto gaúcho no mercado externo, uma vez que vários países só importam carnes e derivados de locais que são áreas livres de aftosa sem vacinação. Desde 2002 o Rio Grande do Sul tem o status de área livre de febre aftosa, mas com a vacinação.

“Tivemos um significativo avanço esta terça feira, um momento de consenso muito especial. Esta solicitação da auditoria tem como objetivo o avanço de nosso status sanitário e a valorização dos produtos de proteína animal, para que possamos ganhar novos mercados. Também é importante para fortalecer e estruturar ainda mais o serviço de defesa agropecuária, em parceria com o setor privado, o que já vem sendo desenvolvido com o Fundesa, que vêm auxiliando para que tenhamos sua manutenção de forma eficiente. A equipe da secretaria vem desenvolvendo um ótimo trabalho, com muita dedicação na busca dessa evolução, que trará consequências positivas para todos os setores. Sem dúvida, demos um passo importante. É fundamental ressaltar que enquanto não tomarmos a decisão da retirada da vacinação, os produtores sigam realizando adequadamente a imunização de seu rebanho” , diz o secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo.

Nos próximos dias, o Estado deve formalizar a decisão junto ao Ministério da Agricultura, solicitando a auditoria para emissão de um parecer manifestando as condições do Rio Grande do Sul para suspender a imunização da febre aftosa.

“Acredito que o tema é de fundamental importância para o Estado, que já está há muito tempo trabalhando nesta questão. Entendemos que não podemos é ficar por ultimo no ranking nacional que vislumbra a retirada da vacinação, pois isto não constrói. Precisamos reafirmar nossos posicionamentos, nossa qualidade de trabalho na pecuária com o governo e com as entidades e em paralelo ter em mente que o mercado mundial está consolidando suas posições de suprimento e o Rio Grande precisa saber se posicionar neste contexto”, ressalta o presidente da Farsul, Carlos Sperotto.

Nestor Bonfanti, vice- presidente da Fetag disse que a entidade “Acredita ser viável o pedido do governo através do secretario Ernani Polo, mesmo sabendo que não será imediato, mas fazendo um estudo para que o Estado seja livre sem vacinação, como Santa Catarina. A Fetag trabalhará junto com o governo nesse objetivo”.

Já o Fundesa acredita que “ Esta decisão sinaliza que os setores de produção estão em um entendimento unânime, no sentido de solicitar ao Ministério da Agricultura esta avaliação do sistema de defesa sanitária do Estado. A partir disso é possível pensar em ações dentro do Plano Estratégico de Febre Aftosa, no sentido de antecipar a retirada da vacinação no Rio Grande do Sul, o que nos dará uma nova condição e dinâmica frente aos mercados consumidores, o que também trará ao setor toda uma renovação de ânimo e trabalho vislumbrando uma condição diferenciada”, salienta o presidente Rogério Kerber.

O Ministério da Agricultura finalizou o Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, um cronograma de ações previstas para os próximos dez anos que prevê a suspensão da imunização nos estados do Sul a partir de 2023. A ideia é antecipar essa suspensão no Rio Grande do Sul a partir de 2019, após o cumprimento de todas as exigências em 2018.



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Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .