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Diagnóstico da atividade ovarica: como funciona o entore?!

Data: segunda, 8 de janeiro de 2018 - Hora: 11:34


Nos últimos anos, a técnica de diagnóstico de atividade ovárica (DAO) foi incorporada aos rebanhos reprodutores com o objetivo de conhecer o estado reprodutivo dos animais durante o serviço e assim poder tomar as medidas correspondentes para obter a maior taxa de gravidez possível.

A técnica permite observar o animal dentro e saber em que momento do ciclo reprodutivo é que às vezes pode não estar relacionado à condição corporal que o animal apresenta naquele momento.

Geralmente, é feito no meio da entera, mas como a técnica é mais conhecida, recomenda-se fazê-lo antes, na primeira metade do serviço, ter mais tempo para implementar medidas de gerenciamento que possam mudar a situação reprodutiva do rodeio.

A técnica permite categorizar as vacas em 4 lotes: prenhez, ciclismo, anestro superficial e anestro profundo e, com base nisso, os técnicos fazem as seguintes recomendações:

Prenhez e Ciclismo: não é necessário implementar medidas especiais.

Anestro superficial: com um desmame temporário (furação ou enlatamento) seria suficiente para reduzir os requisitos para o animal para re-ciclo.

Anestro profundo: é necessário tomar medidas drásticas, como o desmame precoce ou implementar uma melhoria substancial da dieta acompanhada de desmame temporário.

O fato de ser capaz de classificar o rodeio nos permite saber onde estamos hoje em dia, as gravidezes efetivas que já obtivemos e a probabilidade de gravidez que podemos obter. Mas, sem dúvida, o maior benefício é conhecer a proporção de animais que dificilmente poderemos engravidar se não realizarmos nenhum gerenciamento e tentar intervir de algum modo para reverter essa situação.

Fonte:Foro Rural



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