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Por onde começar a Integração Lavoura Pecuária?

Data: quinta, 8 de março de 2018 - Hora: 11:13

Muitos agropecuaristas querem iniciar a implantação da Integração Lavoura Pecuária (ILP) e quando se deparam com tantas opções disponíveis de arranjos da tecnologia, se perguntam, qual será a melhor?

Esta decisão de escolha do arranjo inicial não é simples.

É muito bom quando podemos contar com a ajuda de um profissional com conhecimento em integração para o alívio de nossas principais angústias.

Mas vamos tentar levantar aqui algumas questões relevantes que deverão ser consideradas nessas escolhas.

Primeira questão, eu sou pecuarista ou agricultor?

Se você se fez esta pergunta, infelizmente não foi um bom começo.

Agora se você se considera um produtor rural, aí já temos uma grande chance desta integração dar certo.

Digo isto pois escuto muito esta dicotomia, que infelizmente, no Brasil não é só privilégio do agro, o tal de "nós e eles", nós pecuaristas, eles agricultores, nós palmeirenses e eles corintianos, como se tudo fosse um jogo de futebol, e na fazenda a equipe de agricultura odeia a da pecuária e vice versa, o trator não respeita as cercas, o gado sempre invade a lavoura, as porteiras nunca param fechadas, enfim uma eterna briga de torcidas.

O produtor rural, ou ainda melhor o empresário rural, deve buscar estratégias que mantenham sua empresa rural rentável, perene e sustentável em seu sentido mais amplo, econômica, ambiental e socialmente.

Passando esta fase de identidade de "gênero", o produtor rural tem que refletir qual a alternativa de arranjo será mais adequada tecnicamente e, que lhe trará resultado econômico e que, ao mesmo tempo, seja relativamente fácil de se implementar em um primeiro momento.

É muito importante termos resultados logo no início, isso motiva a equipe e fica mais fácil avançar para as ações mais desafiadoras.

Como para alguns produtores cujo parque de máquinas é restrito e a agricultura está se iniciando apenas para a reforma de pastos, o comum é a terceirização destas atividades agrícolas em um primeiro momento.

Também, é comum o pecuarista utilizar do milho consorciado com braquiária ou panicum em sua primeira investida agrícola, apesar de não ser a melhor alternativa técnica para um solo pobre e degradado, é normalmente a cultura que lhe é mais familiar e que em muitos casos passa a ser a silagem que servirá aos animais naquela seca, ou virar dinheiro com sua comercialização. Ficando a "reforma" da pastagem sendo bancada por esta cultura de grãos. Também é mais fácil conseguir um vizinho que possui uma "plantadeirinha" de milho e que venha fazer o serviço.

Já a soja, não é familiar à maioria dos pecuaristas, mesmo sendo uma leguminosa ideal para se realizar a rotação com a gramínea degradada, em muitas regiões não será possível conseguir um parceiro para terceirizar ou até arrendar as áreas, também não há alternativa para utilização pelo gado da produção de soja, o grão tem que ir para um armazém a daí ser comercializado, diferente do milho que pode ir até para o paiol.

Claro, estamos pensando neste primeiro momento em produtores de pequeno e médio porte, que são a maioria do nosso país, e que querem se utilizar da integração como ferramenta de melhoria de renda e intensificação sustentável de suas atividades agropecuárias.

Em nosso país, temos uma enorme amplitude cultural tecnológica, edafoclimática e hoje existem arranjos de ILP capazes de serem aplicados em todos estes cenários, inclusive soluções muito interessantes que a Embrapa desenvolve até para o Semiárido Brasileiro.

Por: William Marchió
Médico veterinário pela UNESP – campus de Jaboticabal, especialização em produção animal pela UFLA e atual Diretor Executivo na Rede de Fomento à Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF - Embrapa).

Fonte: www.scotconsultoria.com.br



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Arturo Montory Gajardo

Nací en Cañete provincia de Arauco-Chile en septiembre de 1946, de familia de agricultores y ganaderos. En 1964 mi tío Hernán Anguita Gajardo, estudioso, criador (criadero Paicavi), y dirigente del rodeo escribe artículos en el Anuario de la Asociación de Criadores de Caballares, y me hace participar de ellos, lo que efectuó hasta el año 1970 en que entrega su último artículo. (Hernán Anguita creo el premio Sello de Raza). Ello me hizo aprender muchísimo de caballos, rodeo, arregladores y jinetes antiguos y ya en el año 1966 en una Agenda o libreta pequeña pude escribir y desarrollar en forma ordenada y clasificada por Familias Caballares toda la raza con los ejemplares más importantes, en rodeo, rienda, reproducción, exposiciones, que habían destacado y con premios hasta esa época. No había aun computación, la que llegó en forma masiva a Chile a principios del 1990. Esa agenda la conservo y es la base de todo lo que he escrito después y han pasado 50 años. Luego fui jinete de rodeo, jurado de premio Sello de Raza y Rodeos por muchos años más. En 1990 ya establecido en Santiago, me invitan a participar como columnista en revista Criollos, en octubre de 1991 participo en nacimiento de revista Corraleros escribiendo y dirigiéndola hasta 2005 y luego fundo la revista Tierra de Caballos, la que llevo a Expointer durante algunos años y junto a ello, incentivar a muchos criadores chilenos a conocer y asistir al Freno de Oro, y se produjo un intercambio muy grande y de muy gratos recuerdos para todos. En 2009 fui panelista representando a Chile de “Encuentro de Criadores”, evento que organizaban los criadores gaúchos Joao B. Sa y de Uruguay Luis Pedro Valdés en restorán de la 6° Regiao en Esteio. Me toco en esa ocasión compartir palestra con el famoso Bayard Sarmento Jaques de Jaguarao-Uruguiana, el criador argentino Ramon Maidagan Torres, y el criador uruguayo Diego Landa Dondo, una experiencia inolvidable. En 1997 publique el libro "Caballos Chilenos, Genealogía de una Raza"; en 2000 inicio la colección "Caballos Chilenos, 500 años de Historia", que fueron 9 tomos; en 2012 publico en Internet, están aún vigentes, 5 tomos de libro "Grandes Caballos del Sur de América", que incluye crianzas de Argentina, Brasil, Chile, Uruguay y Paraguay. Me publicaron artículos en Anuario de Brasil y Uruguay. En 2015 publico Tomo I y en 2016 el Tomo II de libro "Reproductores de Pura Raza Chilena", vigente actual. Tengo al aire la web Tierradecaballos.cl; en Facebook web Libro Reproductores de Pura Raza Chilena. He hecho videos en YouTube a nombre de Caballería Araucana TV; criadero Paicavi TV; y Reproductores de Pura Raza Chilena, que van a TV Cable He sido por 13 años columnista de web de Federación del Rodeo y Criadores, Actelemte participo en programa Pelos & Procedencia de radio Tertulia por invitación de mi estimado amigo Rodrigo Alegrete. En diciembre del 2016 fue lanzado el Tomo I de "Historia del Rodeo Chileno", que escribí, y a principio del 2018 se lanza Tomo II y la Historia de la Federación del Rodeo, soy autor de ambos. Tengo un pequeño criadero de caballos chilenos continuando con algunas yeguas antiguas y el nombre de "Paicavi" cuyos ejemplares forman la base del actual del exitoso criadero Peleco, formado por Emilio Lafontaine P. también primo mío, y que ahora pertenece a Rubén Valdebenito Fuica y sus hijos Gustavo y "Panchaco". .