11111111111111Potros da Raa Chilena

colunas

Potros da Raça Chilena
por Arturo Montory Gajardo

Data: terça, 18 de setembro de 2018 - Hora: 11:12

Bayo Leon.

Nasceu em 1858, filho de Caldeado (o primeiro potro com antecedentes claros, da raça, nascido alredor de 1858, criado por Pedro de las Cuevas no seu criatório "El Parral de Doñihue". Ademais, tem o mérito de ser o potro crioulo "conhecido" mais antigo de Sudamérica) na Baya, de propriedade de Ingnacio Fuenzalida de "El Olivar". Pertenceu também a Pacífico Encina de "Loncomilla" e a Pedro de las Cuevas.

Foi um potro excepcional em quanto a morfología, o melhor da sua época, de 1.47 metros de alçada, de cabeça fina e acarneirada, muito proporcionado, costelas arqueadas, preciosas crinas onduladas e de renda excepcional. Agregava a sua beleza uma grande docilidade e mansidão. Seu pelo era o baio aleonado com cabos pretos.

Sua característica era a "tremenda velocidade em distâncias curtas", deporte ao que eram muito aficionados os fazendeiros da época. Falamos de 1700 em diante, quando ainda o rodeio não se conhecia porque não se tinha criado como hoje o conhecemos.

Sua sangue está presente até hoje a través de Pitagua, mãe de Clementina (No Me Toques), "linea materna", que reproduz ao criatório "Piguchén" de Samuel Parot, e "Santa Isabel" De Agustín Edwargs, com um êxito excepcional.
De Longaviano e sua "línea paterna", que inclui aos Quillacones onde destaca Pilpilco (por línea materna), criado por Jorge Lasserre L. em "Trrongol" (reproduzindo com grande êxito em Brasil), Almendra de "Santa Isabel" (Quiromancia, neta de Fullero por Azogue, neto de Bayo León), pai de Aniversário (reproduzido em Brasil).
A línea dos Quillacones foi a que se desenvolveu no criatório "Los Tilos" de Santiago Urrutia e continua até hoje o criatório "Paicaví" de Hernán Anguita, e "Peleco" de Rubén Valdebenito, com descendentes de Raptora, filha de Longaviano.

Segundo escreveu Uldaricio Prado em seu livro "Cavalos Chilenos", publicado em 1914, Azogue filho de Coipo, por tanto, neto de Bayo León, sería o pai de Alcatraz, teoria com a que concordo segundo meus estudos.
Nos anos 1860 em diante, um filho de Bayo León chamado Coipo, pai de Azogue, foi adquirido por o general argentino Rufino Ortega, grande admirador dos cavalos “cuevanos”. O reproduz muito em dito país, voltando a Chile o potro quando tinha já 20 anos. Graças aquilo, a sangue de Bayo León conseguiu continuar em nosso país.

Existem antecedentes que cavalos descendentes dele, participavam em "carreiras de velocidade" em Buenos Aires pelos 1890.

Nasceu em 1958, filho de Caldeado (o primeiro potro com antecedentes claros, da raça, nascido alredor de 1858, criado por Pedro de las Cuevas no seu criatório "El Parral de Doñihue. Ademais, tem o mérito de ser o potro crioulo "conhecido" mais antigo de Sudamérica) na Baya, de propriedade de Ingnacio Fuenzalida de "El Olivar". Pertenceu também a Pacífico Encina de "Loncomilla" e a Pedro de las Cuevas.

Foi um potro excepcional em quanto a morfología, o melhor da sua época, de 1.47 metros de alçada, de cabeça fina e acarneirada, muito proporcionado, costelas arqueadas, preciosas crinas onduladas e de renda excepcional. Agregava a sua beleza uma grande docilidade e mansidão. Seu pelo era o baio aleonado com cabos pretos.

Sua característica era a "tremenda velocidade em distâncias curtas", deporte ao que eram muito aficionados os fazendeiros da época. Falamos de 1700 em diante, quando ainda o rodeio não se conhecia porque não se tinha criado como hoje o conhecemos.

Sua sangue está presente até hoje a través de Pitagua, mãe de Clementina (No me toques), "linea materna", que reproduz ao criatório "Piguchén" de Samuel Parot, e "Santa Isabel" De Agustín Edwargs, com um êxito excepcional.
De Longaviano e sua "línea paterna", que inclui aos Quillacones onde destaca Pilpilco (por línea materna), criado por Jorge Lasserre L. em "Trongol"(reproduzindo com grande êxito em Brasil), Almendra de "Santa Isabel"(Quiromancia, neta de Fullero por Azogue, neto de Bayo León), pai de Aniversário (reproduzido em Brasil).

A línea dos Quillacones foi a que se desenvolveu no criatório "Los Tilos" de Santiago Urrutia e continua até hoje o criatório "Paicaví" de Hernán Anguita, e "Peleco" de Rubén Valdebenito, com descendentes de Raptora, filha de Longaviano.

Segum escreveu Uldaricio Prado em seu livro "Cavalos Chilenos", publicado em 1914, Azogue filho de Coipo, por tanto, neto de Bayo León, sería o pai de Alcatraz, teoria com a que concordo segundo meus estudos.

Nos anos 1860 em diante, um filho de Bayo León chamado Coipo, pai de Azogue, foi adquirido por o General argentino Rufino Ortega, grande admirador dos cavalos "cuevanos". O reproduz muito em dito país, voltando a Chile o potro quando tinha já 20 anos. Graças aquilo, a sangue de Bayo León conseguiu continuar em nosso país.

Existem antecedentes que cavalos descendentes dele, participavam em "carreiras de velocidade" em Buenos Aires pelos 1890.



Venha e participe Conosco!
Deixe seu comentário,
Até a próxima.