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Aplicação da vacina contra aftosa exige cuidados

Data: quarta, 31 de outubro de 2018 - Hora: 08:34

Aplicação da vacina contra aftosa exige cuidados
Conservação é um dos pontos salientados pela Defesa Agropecuária
A eficiência da vacinação contra aftosa deve ser garantida por meio da conservação e aplicação correta da solução. Com a aproximação da segunda etapa da campanha, a Defesa Agropecuária salienta os cuidados necessários.

"A primeira providência é adquirir as vacinas em estabelecimentos cadastrados na Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), que são fiscalizados por nossa equipe de médicos veterinários, técnicos de apoio agropecuário e outros profissionais, para verificar as condiç ões de armazenamento do produto a ser comercializado", afirma o coordenador da Defesa Agropecuária, Fernando Gomes Buchala.

O uso de vacinas adquiridas em etapas de vacinações anteriores é proibido por lei. Em relação ao armazenamento, a vacina deve ser mantida entre 2 e 8 graus centígrados, incluindo o período de transporte, usando uma caixa de isopor, com no mínimo dois terços de seu volume em gelo.

Outra importante recomendação é em relação a higiene e a limpeza. Usar seringas e agulhas novas e higienizadas, sem o uso de produtos químicos (nem álcool, nem cloro). O local para aplicar a vacina é, de preferência, no terço médio do pescoço (tábua do pescoço). Ressaltando que, independentemente da idade, a dose é de 5 ml de vacina.

O momento apropriado para realizar a vacinação também pode ser um diferencial. O ideal é escolher o horário mais fresco do dia para realizar a vacinação, classificando os animais por idade e sexo, para evitar acidentes durante a etapa.

A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa de 2018 será realizada no Estado de São Paulo pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de 01 a 30 de novembro. O criador tem até o dia 07 de dezembro para comunicar a vacinação ao órgão oficial de Defesa Agropecuária diretamente no sistema informatizado Gedave ou entregar em uma unidade da CDA.

Para tal processo é necessário levar declaração de vacinação preenchida e acompanhada da nota fiscal de compra das vacinas. Além disso, também é preciso declarar todos os animais de outras espécies existentes na propriedade, tais como equídeos (equinos, asininos e muares), suídeos (suínos, javalis e javaporco), ovinos, caprinos e aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes).

Os interessados podem obter mais informação sobre a vacinação por meio do site da Defesa.

Fonte:SAA, adaptado por Cosas del Campo



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