11111111111111Criatorio La Sexta Parte I

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Criatorio La Sexta Parte I
por Arturo Montory Gajardo

Data: terça, 18 de dezembro de 2018 - Hora: 10:10

Criatorio La Sexta de Longavi de Cesar Rozas U.,
1900-1950.

Desde que me iniciei nos cavalos chilenos escutei e líe m revistas antigas sobre os preciosos cavalos do criatório La Sexta de Longavi de don Cesar Rozas U., mas jamais apareceu uma reportagem nem tampouco uma entrevista sobre ele, os avisos publicitários do criatorio e claro os muitísimos prêmios ganados pelos seus exemplares nas Exposições da Quinta Normal.

Para muitos entendidos o criador que mais cavalos bonitos têm produzido na história.

Mais ele só gostava que seus cavalos os moveram na Rienda, não gostou nunca do rodeio por isso seu nome ficou tão entrelazado na historia, igual que a cria de El Durazno de Francisco Encina A.

Foi um criador de verdade, zootecnista, genealogista, uma alimentação excelente tinham os seus animais, amante em extremo da beleza completa de um cavalo, compartilhada entre morfologia e qualidades morais de sela de patrão.

Se seus cavalos tinham existido pelos anos 1980 em diante quando se foram muitos exemplares exportados do país, não tenho dúvida alguma que nenhum dos premiados da Sexta de Longavi teria ficado em Chile, os tinham levado a todos.

Cesar Rozas Urrutia nasceu em Linares em 1985, filho de Ramón Rozas e Malbina Urrutia. Se casou con Irene Urzua.

Conversamos com un familiar descendente, descendiente, Cesar Rozas Rivera, hijo de Cesar Rozas Urzua y nieto del fundador del criadero Cesar Rozas Urrutia.

O criatório.

¿Qual é a tua relação com o famoso criatório antigoLa Sexta de Longavi?

Eu estive nos meus primeiros anos de vida no campo de Longaví. Mas meu pai lhe administrava ao avô César Rozas Urrutia as precordilheras, o fundo Latiguillo para ser exato.

Assim minhas primeiras vivencias do criatório foram quando meu avô lhe entregou a administração de La Sexta ao pai lá pelos 1950, devo ter tido uns 7 anos. Nesse tempos os empregados ainda comentavam há azanha na Prueba de Rienda de la Vadiadora e de outros cavalos que tinham ganhado muitos prêmios na estampa.

Em La Sexta comecei a adquirir o hábito de me levantar cedo e ir a mirar os potros até as cocheiras. Ia de cocheira em cocheira e logo conversávamos com meu pai sobre virtudes e defeitos. Sendo tão menino, não faltou uma vez em que algum potro ao ver a porta entre aberta e um obstáculo menor, que era muito pequeno, se escapasse. Os empregados ficavam furiosos quando isso acontecia. Assim foram meus primeiros aprendizados a cavalo, antes já tinha montado mas sem olhar nada, gostava só que o cavalo agarrasse galope e fosse fácil pará-lo.



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