11111111111111Cludio Fagundes prepara seis cavalos para o ciclo 2021

Expointer 2020

Cláudio Fagundes prepara seis cavalos para o ciclo 2021

Data: quarta, 30 de setembro de 2020 - Hora: 11:49

Tudo. Foi com estas quatro letras, numa pequena palavra que significa algo bem difícil de quantificar, que Cláudio Fagundes explicou qual a importância do cavalo em sua vida. Ele conta que nasceu em torno do cavalo e que, com onze anos começou seu envolvimento. Um pouco depois disso, com 15 anos, o ginete iniciou sua carreira profissional. 

Fagundes conta que a pandemia chegou a atrapalhar um pouco o formato das provas e atrasou o ciclo. Também houve certa dificuldade com relação ao treinamento dos animais.




“Até que fossem definidas as datas do Bocal e do Freio de Ouro, a gente não sabia se aprontava um cavalo e quando viria a confirmação”, contou, dizendo que isto causou muita indefinição quanto ao preparo físico dos animais. 




Jaguel Nueve Lunas foi a égua que o levou ao Freio de Bronze 2020. O animal chegou até Fagundes, cerca de um ano antes do final da competição. “Foi em outubro do ano passado que comecei a trabalhar com ela e, em janeiro a credenciei”, conta. No Bocal de Ouro, o conjunto ficou na sétima posição, mesmo com a pontuação alta que vinham registrando no começo da competição. 

Já no Freio de Ouro, o começo da dupla não foi diferente. Após uma posição baixa na Morfologia, Jaguel Nueve Lunas e Cláudio Fagundes saltaram para a ponta após a primeira prova de movimentação e figuras. No último dia de provas, a égua já iniciou, com a prova Mangueira II na como quarta colocada, e se fixou na terceira posição após Bayard/Sarmento. 

Aos 42 anos, Fagundes, que trabalha com a Cabanha Maufer, de CruzeiroSul, já se prepara para 2021. Ele deve iniciar o novo ciclo com seis animais. “São duas éguas e quatro machos da cabanha”, revela o ginete. 

O ginete, que correu o primeiro Freio de Ouro em 1997, carrega diversos prêmios em sua carreira. A lista é grande e é preciso calma para enumerá-los: um Freio de Ouro, três de Prata e dois de Bronze; três Bocais de Ouro, um de Prata e um de Alpaca, dois Freios de Ouro uruguaios; um Freio de ouro FICC; Domador do Ano em 2006e 2008 e Campeão Nacional de Paleteadas 2019. E assim como o ginete Fábio Teixeira Silveira, que ficou  com o Freio de Ouro e de Prata na mesma categoria, Fagundes alcançou a mesma distinção, mas com uma diferença: as éguas eram da mesma cabanha, com a mesma marca. “Sou o único”, comemora. 



Texto: Ieda Risco

Foto: Spolavori|Fotografias 

Apoio: Correaria Deponti, Cabanha Jobim, Terra de Cavalos, Spolavori Fotografias e Rádio Tertúlia



 




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