11111111111111Jurado pontua caractersticas de um campeo

Notícias

Jurado pontua características de um campeão

Data: segunda, 15 de fevereiro de 2021 - Hora: 11:29

O que faz um cavalo ser grande campeão na raça crioula? O jornal El País pediu que Juan Montans, jurado que participou da  Expo Prado, realizada em Montevidéu, Uruguai, explicasse os principais quesitos de avaliação. Leia, abaixo. 



1) Selo Racial



Uma das características mais importantes é a qualidade racial, é o que identifica o crioulo como tal, acima das demais raças. É refletido, entre outras coisas, na cabeça, que deve ser curta, triangular, com orelhas pequenas, olhos não muito grandes, narinas ovaladas.  E tenha uma boa crina. 



2) Pescoço



O cavalo moderno é um “sillero”, tem um pescoço musculoso, leve, naturalmente bem projetado, com a borda inferior reta e a superior ligeiramente curvada, o que o faz se posicionar corretamente. É importante que a musculatura dorsal seja bem marcada e leve na junção com a cabeça. Isso o torna mais ágil, com maior facilidade de movimento em espaços apertados.



3) Paleta



A paleta deve estar bem angulada, quanto mais estiver, permite uma braçada mais longa e uma pedalada mais confortável. Os músculos da raquete amortecem o impacto sentido pelo cavaleiro em cima do cavalo, deve ser amplo e forte. O comprimento é outro ponto importante, procurando paletes profundos, e com reuniões bem separadas.

Toda a morfologia que se busca é aplicada à função que o cavalo deve desempenhar.



4) Profundidade



Um cavalo profundo, próximo ao solo, é aquele que tem a mesma distância entre a cernelha e o esterno e deste ao solo. Isso é determinado principalmente pelo comprimento dos juncos (de preferência curtos). Para isso, a palheta deve ter uma vez e meia o comprimento do braço. Isso fala de um animal com o centro de equilíbrio mais baixo, conferindo-lhe maior agilidade nas laterais e estabilidade.



5) Estrutura óssea



Bom osso, boa largura de osso. Nos garanhões em torno de 20 cm, é medido no meio da cana e na égua 19 cm, mais ou menos. O fato de ser retangular é para que fique mais equilibrado, com o centro de gravidade mais baixo.



6) Pernas



As pernas são avaliadas de frente, por trás e de lado. De frente, imaginamos uma linha que sai da ponta da raquete, passa pelo meio do joelho e divide o membro anterior em dois, devendo ser perpendicular ao chão. Por trás, a linha das patas traseiras desce da ponta da nádega, toca a ponta do garrão e divide o copo em dois. Finalmente de perfil, a linha divide a raquete ao meio, passa pelo joelho, divide o nó e fica atrás do capacete.



7) Garupa



A angulação e o comprimento são dados, principalmente, pelo osso do quadril e pelo fêmur. Deve ser semi-oblíquo e longo, com boa musculatura superior. Procura-se um ângulo médio, o que lhe permite ser um cavalo potente, mas ao mesmo tempo rápido para atingir um bovino.



8) Linha superior



Da cernelha, passando pelo lombo, até a inserção da cauda, todas as articulações devem ser lisas. A cernelha é moderadamente proeminente e musculosa; Não pode ser muito alto ou muito plano, mas a mensagem pode machucar ou avançar. A linha superior deve ter uma leve ondulação, não pode ser muito reta, nem acentuada, nem o que se chama de “lombar”.



9) Garrões



Afeta a facilidade de execução dos movimentos. É a articulação que une o corpo da perna, com a tíbia e a fíbula. Tem que ser angulado e forte, para que o animal tenha uma melhor colocação das pernas nas paradas. Se essa articulação estiver muito estacionária, você terá dificuldade em “colocar as pernas” sob o corpo. Por sua vez, a perna deve ser poderosa e longa.



Fonte: El País

Edição: Cosas del Campo

Imagem: El País

 




Venha e participe Conosco!
Deixe seu comentário,
Até a próxima.