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Quando os crioulos cravam as patas no coração

Data: segunda, 22 de fevereiro de 2021 - Hora: 10:30

Foi por paixão aos animais que ela decidiu se mudar de Curitiba, no Paraná, para uma área mais rural. Criadora de cachorros das raças maltês e spitz alemão, Fabiana Nunes levou o canil e a família para Campo Magro, distante cerca de 30 quilômetros da capital paranaense. O crioulo ainda não tinha entrado em sua vida, mas logo a rotina familiar incluiria o cavalo. 

“Tem uma cabanha próxima a minha casa e fui visitar. Duas baias estavam disponíveis e pensei em comprar um cavalo. Nem montar sabia!”, conta. Fabiana e a filha mais velha, de 19 anos, decidiram fazer aulas de equitação. Mesmo sem saber nada sobre cavalos, raças, trote, marcha, etc, ouviram que cavalos marchador eram mais confortáveis para montar. “Procurei por um e comprei o Spartan, um mangalarga”, fala Fabiana, sobre seu primeiro cavalo, que se tornou sua primeira paixão. 





Contudo, no dia em que foi visitar o cavalo, havia outro animal na propriedade, um tordilho percheron. Devido ao porte muito grande do animal, Pepperoni ficou para filha. O marido, que não podia ficar de fora dos passeios organizados pela cabanha, ganhou Capricho, outro mangalarga. “Veio de Minas Gerais”, revela. 

Fabiana conta que na cabanha havia só cavalos crioulos até a chegada dos seus. Ela não se atraía pela raça. A diferença de velocidade nos passeios, entre os da família e dos amigos, era muito grande. Não conseguiam aproveitar o bate-papo com os demais nos passeios, sempre se distanciavam. “Eu contava ao sr. Muraro (dono da cabanha) que se encontrasse um “cuiudo” crioulo de pelagem diferenciada e manso, eu compraria”, confessou. Não demorou muito e o Gaúcho entrou para a família. 

“Me apaixonei!”, disse ela. O tobiano passou a ser sua segunda paixão:  “Ele é um amor e quem sabe, futuramente, eu não penso em abrir uma cabanha para criar crioulos tobianos, só por hobby mesmo”. O crioulo cravou as patas no coração da empresária e abriu a porteira para outros da raça. 





Foi então que outro crioulo despertou seu interesse e está prestes a ser o novo residente da cabanha paranaense. “Foi no Facebook que vi Portinari. Parecia uma pintura!”, lembra Fabiana. Ela conta que outro garanhão não estava em seu planos, mas que assistir o vídeo enviado por Cosas del Campo, se decidiu. “Tentei me segurar...”, argumenta. 

Quando chegar na nova casa, Serrilhada Portinari vai encontrar Escurinha. A égua, também crioula, já está dando início à futura cabanha de Fabiana: está prenha de Gaúcho. “Tudo isso durante a pandemia”, diz ela. E enquanto não em sua propriedade destinada aos cavalos, a família de Fabiana passeia, ao menos três vezes por semana com os animais pelas ruas mais calmas de Campo Magro. “É muito bom! Se estou estressada, basta chegar perto deles que já esqueço tudo. Cavalos me fazem bem, tem boa energia”, diz a empresária. “São animais abençoados”, conclui. 

Clique aqui para ver o vídeo de Serrilhada Portinari

Fotos: álbum de família

1. Fabiana Nunes e Gaúcho

2. Fabiana Nunes entre Spartan e Gaúcho

3. Fabiana Nunes com Gaúcho e a filha com Pepperoni

 




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