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Touros da Conexão Delta G são destaques de desempenho em centrais
Animais das raças Hereford e Braford de associados da entidade conquistam o gosto dos produtores pelos seus resultados Cada vez mais a exigência das centrais de inseminação por touros comprovados aumenta. Neste sentido os animais ofertados pelos associados da Conexão Delta G tem se destacado nas baterias das mais diversas empresas que disponibilizam genética aos compradores de sêmen. Atualmente são 26 exemplares disponibilizados das raças Hereford e Braford e que estão contribuindo para rebanhos comerciais em todo o país. Conforme o presidente do Conselho Técnico da Conexão Delta G, Bernardo Pötter, todos os animais vem se destacando pelo alto desempenho. Ressalta que os animais são oriundos do programa Touro Jovem, realizado pela entidade e que se utiliza de rigorosos critérios de seleção. "Todos são animais comprovadamente melhoradores, superiores em avaliação genética. O produtor que precisa de animais para melhorar o rebanho tem nestes exemplares a indicação por serem animais provados com desempenho a campo", observa. Pötter destaca também que todos os anos estão surgindo touros novos de associados da Conexão Delta G em centrais de inseminação por conta do teste de progênie realizado pela entidade. Reforça que a Conexão Delta G quando disponibiliza touros para as centrais de inseminação, são animais testados a pasto nos rebanhos de seus associados. "Vários destes touros também são touros superiores à média em resistência a carrapatos. O produtor quando comprar o sêmen deve procurar esta informação sobre a DEP de resistência à carrapatos", explica. A Conexão Delta G segue um rigoroso processo de seleção, que leva em conta a avaliação de 21 características de real importância econômica. As etapas do programa de melhoramento genético da Conexão Delta G passam pelas identificação dos animais, manejo dos animais, coleta de dados, avaliações genéticas multi-raciais, seleção dos animais e planejamento dos acasalamentos. Foto: Conexão Delta G/Divulgação Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

Touros da Conexo Delta G so destaques de desempenho em centrais

Colunistas

Artigos sobre o Agro Negócio

Imagem e Reputação do Produtor Rural
"Já tem data marcada, dia 04 de abril de 2018, a mobilização em Brasília de produtores rurais contra o pagamento do passivo do Funrural e outras pautas. Embora seja um ato legítimo, preocupa-me o comportamento de sindicalistas do setor. O produtor rural deve ser exemplo de boa educação e cidadania." No artigo de hoje, quero falar sobre a imagem e reputação do produtor rural, que andaram cambaleando até mesmo no mais alto escalão do judiciário brasileiro e na boca da grande imprensa. "Ufa!". Essa foi a expressão de alívio do produtor de batatas João Paulo, que mora no Paraná, quando soube que o Supremo Tribunal Federal manteve, na semana passada, a constitucionalidade do artigo 67, que limita a recomposição da reserva legal nos imóveis que produziram em áreas de vegetação nativa até 22 de julho de 2008. Não significa que eles estão isentos de manter áreas de preservação permanente (APPs), mas que eles vão preservar de acordo com o tamanho deles. No último dia 26 de fevereiro, dois dias antes do resultado do STF, o pesquisador da Embrapa, senhor Evaristo de Miranda, publicou um artigo no Estadão chamando a atenção para a gravidade de possível declaração de inconstitucionalidade dos artigos 59 e 67: "Uma espada paira sobre a cabeça de mais de 4,5 milhões de produtores familiares". Na quarta-feira, dia 28, esses milhares de produtores tiveram os pescoços numa corda ou numa guilhotina aguardando o voto de desempate do ministro do STF Celso de Mello. O voto foi a favor da produção rural e daí o "Ufa", do nosso AgroAmigo João Paulo. Emendei: "Põe ufa nisso, por muito pouco a vaca não foi para o brejo...". Depois de décadas de luta para aprovar um novo Código Florestal Brasileiro , o mais rígido do mundo , um esforço enorme por parte dos produtores para fazer o Cadastro Ambiental Rural (CAR) são quase seis anos nesta jornada , eu vi a produção rural brasileira ficar refém de um "Voto de Minerva" para continuar produzindo com dignidade. Uma amiga advogada, especializada em Direito Ambiental, me disse: "Acho que eles não se tocaram da gravidade e da abrangência disso!". Eu vou além: se o Supremo Tribunal Federal não estava se tocando, os nossos colegas da grande imprensa menos ainda, porque se comportaram como se o STF tivesse anistiado bandidos, em vez de produtores rurais que enfrentam adversidades diárias para colocar comida na nossa mesa, como foi pontuado pelo jornalista Alexandre Garcia, em um de seus comentários na Rádio Eldorado , tiro o chapéu e a coragem dele por fazer tal observação. A ignorância por parte de uma sociedade urbana que não vivencia o campo é compreensível, mas jornalista tem obrigação de ter discernimento das coisas. É o jornalista que deve fazer a ponte entre o campo e a cidade e não colocar mais lenha na fogueira. Pois é, AgroAmigos, é essa a imagem dos produtores rurais que têm a reputação colocada em xeque constantemente. Ironicamente, no dia seguinte à decisão do STF, no dia 01 de março de 2018, IBG divulga resultado do PIB de 2017 apontando que a Agropecuária cresceu 13%, Serviços apenas 0,3% e Indústria 0,0%. É impressionante como a classe produtora rural vai de "vilã a heroína" da noite para o dia ,aplausos lentos. Por isso, nós, que defendemos a agropecuária brasileira, não precisamos mais bradar para dizer a que viemos. Os fatos, os números, a rigidez do Código Florestal, embora não reconhecida, falam por si. É por isso que a mobilização que está sendo organizada em Brasília, no dia 04 de abril de 2018, contra o passivo do Funrural e outras pautas, deve ser exemplo de cidadania e civilidade. Por outro lado, preocupa-me o comportamento de sindicalistas do setor durante essa manifestação. Portanto, faço um apelo aos integrantes de sindicatos e associações rurais que não se comportem como alguns membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT), campeões do vandalismo e da baderna, vivi isso na pele, recentemente. Faço um apelo aos manifestantes produtores rurais que respeitem o efetivo policial designado para este evento, pois esses profissionais estarão no local para garantir a segurança de todos e, se afrontados, terão de agir legitimamente. Faço um apelo para que não digam palavrões durante o ato, ofendendo a imagem e a honra de quem quer que seja. Quem esperneia, bate, grita e ofende, perde a razão por mais razão que tenha. Não deixemos que o nosso legado, de produzir e alimentar o mundo dentro da lei, seja arranhado e confundido pelos vergonhosos exemplos de manifestações lideradas por invasores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O produtor rural deve ser exemplo de boa educação e cidadania. Não devemos impedir o direito de ir e vir das pessoas. Organizem-se. Digo que devemos, SIM, defender os nossos interesses no agronegócio, mas com responsabilidade, transparência e inteligência emocional. Em vez de traçarmos uma guerra do "nós contra eles" (contra urbanos, ambientalistas, índios, veganos, etc.), vamos partir para o diálogo, acatando o que, de fato, pode e deve ser respeitado, por meio de práticas sustentáveis, e refutando os exageros, mas com argumentações fundamentadas, embasadas cientificamente e com classe. Tenho visto vídeos e propagandas em camisetas que debocham de moradores da cidade que não valorizam a agropecuária. Os produtores rurais têm razão quando dizem que morador da cidade acha que o leite brota na caixinha da prateleira do supermercado, mas a ignorância deve ser tratada com carinho, com educação e atenção. O produtor rural que hostiliza o "cara da cidade" é o produtor que não valoriza o próprio cliente. Pior: é aquele que também não reconhece a importância do outro e isso é uma violência contra a valorização de uma sociedade cidadã. Citarei apenas um exemplo básico: o produtor rural é quem planta o algodão, mas quem faz a roupa que o próprio produtor veste é o "cara da cidade". Está tudo interligado. É a engrenagem que une o campo à cidade que faz a economia girar. Os discursos que debatem esquerda e direita, o homem do campo e o da cidade, a maioria contra a minoria e os extremismos são risíveis e de um atraso imensurável por parte de uma sociedade em pleno o século XXI. Eliminemos os rótulos e pratiquemos mais cidadania. A agropecuária não é futebol, que é tratado com paixão e o torcedor fica do lado do time, mesmo se este time estiver errado, quem não se lembra do gol de mão de Maradona nas quarta-de-final da Copa do México, em 1986, atribuído à mão de Deus? A Agropecuária não é partido político, no qual alguns parlamentares abrem mão de sua opinião para votar o que determina o partido que o acolheu ou levanta a bandeira do agro apenas para se promover. Agropecuária é segurança alimentar. É sustento. É vida. E com a vida não se brinca. Vamos mudar a nossa imagem de vilões para uma imagem de quem está aberto ao diálogo e disposto, não só a brigar pelos próprios interesses, mas, principalmente, a praticar medidas sustentáveis na agropecuária e enxergar o povo da cidade como cidadãos tão dignos e merecedores de respeito quanto os agropecuaristas. Só assim o produtor rural melhorará a sua imagem frente à sociedade e fará jus à merecidíssima reputação de quem carrega a economia do Brasil nas costas. Um AgroAbraço, Lilian Dias

Imagem e Reputao do Produtor Rural

Histórias de Vida

A Vida no campo como ela é.

"Minha paixão por cavalos"
Hoje, nós não vamos contar. E ela quem vai nos contar, em uma entrevista que fizemos para ela, para a primeira mulher em correr o Freio de Ouro. E quem é? Eliana Vaz e seu nome, e hoje tem sua própria criação de cavalos. Conversando, começamos: Do onde surgiu a paixão por cavalos? "Minha paixão por cavalos já veio no DNA. Meus Avós maternos tinham campo em Cachoeira do Sul e minha Avó era apaixonada por cavalos e pela vida no campo . Foi ela quem primeiro me estimulou a ter essa ligação forte com os cavalos. Com o passar do tempo, meus Pais adquiriram terras em Bagé e, devido a essa paixão por cavalos, iniciaram a criação de Crioulos." Como é sua vida hoje, família? "Hoje, sou casada com o Rafael Grimm Vaz, também um apaixonado por cavalos, o que tornou a criação um sonho compartilhado por nossa família, junto com nossas 2 filhas (4 e 8 anos) que gostam, acompanham e vivem o Cavalo Crioulo" Como se tornou criadora de cavalos crioulos? Quais foram as primeiras matrizes? Primeiros resultados da criação? Planejamento de cavalos? Qual é a planificação pro futuro? "Sempre tive certeza que teria minha própria criação de cavalos e depois de um tempo afastada das competições, por ter me dedicado à Medicina, chegou a hora de retomar essa paixão. Rafael e eu conversamos muito sobre como deveríamos iniciar, planejamos objetivos e quais genéticas gostaríamos de agregar na criação. Usei a experiência que tive no passado, por ter tido a honra de treinar com o grande Vilson Souza. Aprendi muito, tive a oportunidade de conhecer grandes cavalos e as genéticas mais diversas, sempre prestando atenção em conselhos de criadores que admiro na Raça. Estudamos pedigrees e isso tudo foi somando experiências antes de realmente iniciarmos as compras das matrizes . Sempre pensamos em ter uma Cabanha pequena , com 10-15 éguas na cria, iniciamos as compras aos poucos e fomos estudando acasalamentos, conhecendo nossas matrizes e seus produtos, sendo muito críticos com nossos resultados. Iniciamos cedo a sair para algumas provas para testar nossos produtos . A geração nascida em 2010, que realmente foi especial, contávamos na época, apenas com 5 éguas na cria . Nasceram 2 animais importantes que nos deram o presente de estrear na final da Morfologia da Expointer (Estampa Cavalera - RP 13 e Estradeiro Cavalera - RP 14) junto a grandes criadores da Raça. Estradeiro, na sua estreia na Expointer, ganha o título de campeão potranco Maior e quarto melhor macho em 2013 . A partir daí, Estradeiro nos obrigou a crescer em um ritmo um pouco mais rápido do que esperávamos. Foi Grande Campeão em todas as Classificatórias que participou, Pelotas, Bagé e Esteio. Tínhamos, portanto, a responsabilidade de fazer a campanha de um Grande Cavalo! Estradeiro, para nós, foi uma injeção de ânimo, pois ali estava a prova que pequenos criadores podem ser competitivos e que se produzirmos um animal de qualidade, correto, ele fará sua própria história. Nos dedicamos e passamos a investir mais na criação. Buscamos, também, para abrir sangue, agregar a genética do Mackenna Guindo, pois sempre nos chamou muito atenção funcionalmente e já nos primeiros produtos produzimos Feitiço Cavalera RP 20 (Bocal de Prata e 5 no Freio de Ouro), que vem nos orgulhando muito nas provas funcionais da Raça. Estamos muito felizes por termos 2 animais idealizados e produzidos na Cabanha Cavalera representando o Brasil na maior prova do Cavalo Crioulo da América Latina, a FICCC organizado por nossa associação - ABCCC. Só temos a agradecer a todos que fizeram parte desses projetos e a esses dois animais especiais, Feitiço Cavalera, que será exposto pela Cabanha La Perseverancia / Argentina no Freio da FICCC e Estradeiro Cavalera na Morfologia da FICCC, por proporcionar essa alegria a nossa família e a estimular nossas filhas a se apaixonarem cada vez mais pela criação de cavalos crioulos! Planos para o futuro: seguir trabalhando com dedicação as genéticas que escolhemos. Recentemente adquirimos parte de uma cota de coberturas de AS Malke Sedutor - TE, que fará parte do futuro na Cavalera, juntamente com Estradeiro que é nosso principal reprodutor." Bom, por hoje, pra ser domingo dia das mães! Está ótimo... Corredora do Freio de Ouro, mãe, criadora, e apaixonada por cavalos. Ela vive o veredito sentido da criação de cavalos, a família. Motivante, cautivante... exemplo para muitos, e sobre tudo, muitas!

Criadores

A paixão por criar

Três dicas para ajudar seu cavalo no momento do ferrageamento
Todo momento, mesmo os fora da pista, são importantes para seu cavalo Pensa um pouco: Se você pode tornar o trabalho do seu ferrador muito mais fácil tendo um cavalo bem comportado, por que não fazê-lo? Não só é frustrante, mas pode ser perigoso quando o seu cavalo se movimenta muito durante o atendimento. Ter o serviço bem feito pelo seu ferrador, pode não depender só das habilidades dele. Uma ajudinha nunca é demais! Mas não se preocupe, ajudaremos você a melhorar as boas maneiras do seu cavalo. Basta um pouco de treinamento e persistência. Siga estes três passos 1-Observe como o seu ferrador levanta e segura os cascos do seu cavalo. Você pode até pedir que eles mostrem a você. Agora, é seu trabalho praticar segurando o pé da mesma maneira. Sempre que for trabalhar com seu cavalo, tire um tempo para praticar esse movimento, o mesmo que seu ferrador irá fazer quando for atender seu cavalo. 2-Outro momento do atendimento é quando o ferrador passa a grosa, por exemplo, para alinhar as paredes do casco junto à ferradura. Você também pode treinar esse momento, delicadamente em casa. Sempre que possível, simule essa posição, passando uma lima por sobre o casto e preparando seu cavalo para a visita real. 3-Por último, pratique com também deixar seu cavalo confortável com o barulho do martelo. Levante o pé e segure o casco, como faz o ferrador, batendo suavemente. Dicas: Repetição é a chave! Tenha paciência e sempre termine o "treino" quando ele tiver fazendo o que precisa, com uma nota positiva. Você terá um cavalo melhor comportado e um ferrador muito mais feliz! Fonte: Cavalus/ Por Emily Fought

Trs dicas para ajudar seu cavalo no momento do ferrageamento