Quinta-feira - 10 de agosto de 2023
Um dos nomes mais celebrados durante a Final do Freio de Ouro não foi um ginete ou um expositor. Osvaldo Dornelles Pons é praticamente uma lenda viva que resume a prova. Foi ele quem trouxe do Chile o grande La Invernada Hornero, pai de Itaí Tupambaé, o vencedor do primeiro Freio de Ouro, montado pelo Ginete do Século Vilson Souza. A repórter Ieda Risco conversou brevemente com Pons entre a Final do Freio e as premiações deste domingo.
IR - O senhor é uma lenda...
Que bom que eu posso falar ainda, porque 40 anos tem muita gente que ficou no caminho e pra mim é imensamente gratificante ver isso aqui. Essa edição do Freio, não sei, eu senti uma energia tão especial no todo que isso só nos gratifica, só nos faz ver que iniciamos certo porque todo mundo sabia que queria alguma coisa, mas ninguém tinha certeza do que queria e a dimensão do que seria. Isso aqui hoje é indescritível, a gente se emociona a cada momento...Tem que estar com o cardiologista do lado.
IR - Nessa hora o senhor olha para trás e enxerga aquele Hornero?
Enxergo a construção toda na sequência. Primeiro eu vou começar por uma pessoa: Vilson Souza. O Vilson foi um parceiro, uma pessoa que muito me ajudou, algumas dúvidas que eu tinha no aspecto funcional, ele sempre foi meu “posto Ipiranga, né?”. Juntos nós construímos o Itaí e então aconteceu!
IR - E a genética dele agora na Capanegra Acquavia?
A Capanegra Acquavia tem essa genética. A genética do primeiro Freio está se evidenciando aqui. Isso gratifica muito, muito mesmo.
Ieda Risco - Foto: ABCCC
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