Querido Gabriel
Não consigo te explicar o quanto chorei desde o momento em que tu foste caminhando ao passo, junto com teu irmão, para receber o Colibrí.
Foi uma cena extremamente doce, terna e verdadeira. E enquanto eu via aquilo, pensei que na tua cabeça deviam passar 50 mil coisas, 50 mil lembranças, 50 mil momentos vividos até chegar ali.
O abraço no teu irmão de sempre, o beijo carinhoso que tu deste no Colibrí e a maneira como tu e ele, e ele e tu, encararam a pista… isso foi impossível de não sentir.
E ali eu lembrei de algo que um dia tu me disseste em Estelo. Nós somos amigos. Entre nós não existe nem mais nem menos, existe amizade verdadeira.
E naquele momento eu entendi perfeitamente aquilo que tu me disseste uma vez na casa da Organnact. Eu vi aquilo refletido diante de todos e chorei porque vivi aquilo como tal.
Eu gostaria muito de estar presente, mas infelizmente minha saúde não me permitiu acompanhar esse momento tão lindo, tão puro e tão verdadeiro que foi ver vocês dois.
Esse binômio é incontestável. Colibrí é e será uma referência para o mundo inteiro.
Te felicito de coração. Te mando um abraço apertado e um beijo enorme.
E tenho certeza de que aquilo que um dia tu plantaste nele, e aquilo que um dia ele plantou em ti, hoje floresce diante de todos.
E o que vem pela frente serão dias de glória.
Um beijo grande, meu amigo.
Um dia muito esperado
Brasil tem melhor desempenho de todas edições nas paleteadas argentinas da FICCC
Seguindo a fórmula de Fangio