Querido Gabriel Marty

Colunista: Cosas del Campo

Quinta-feira - 07 de maio de 2026

Querido Gabriel  Marty

Querido Gabriel


Não consigo te explicar o quanto chorei desde o momento em que tu foste caminhando ao passo, junto com teu irmão, para receber o Colibrí.


Foi uma cena extremamente doce, terna e verdadeira. E enquanto eu via aquilo, pensei que na tua cabeça deviam passar 50 mil coisas, 50 mil lembranças, 50 mil momentos vividos até chegar ali.


O abraço no teu irmão de sempre, o beijo carinhoso que tu deste no Colibrí e a maneira como tu e ele, e ele e tu, encararam a pista… isso foi impossível de não sentir.


E ali eu lembrei de algo que um dia tu me disseste em Estelo. Nós somos amigos. Entre nós não existe nem mais nem menos, existe amizade verdadeira. 

E naquele momento eu entendi perfeitamente aquilo que tu me disseste uma vez na casa da Organnact. Eu vi aquilo refletido diante de todos e chorei porque vivi aquilo como tal.


Eu gostaria muito de estar presente, mas infelizmente minha saúde não me permitiu acompanhar esse momento tão lindo, tão puro e tão verdadeiro que foi ver vocês dois.


Esse binômio é incontestável. Colibrí é e será uma referência para o mundo inteiro.


Te felicito de coração. Te mando um abraço apertado e um beijo enorme. 

E tenho certeza de que aquilo que um dia tu plantaste nele, e aquilo que um dia ele plantou em ti, hoje floresce diante de todos.


E o que vem pela frente serão dias de  glória.


Um beijo grande, meu amigo.


Últimas Notícias

Um dia muito esperado

Brasil tem melhor desempenho de todas edições nas paleteadas argentinas da FICCC

Seguindo a fórmula de Fangio