As Paleteadas Brasileiras voltaram a demonstrar toda sua força e crescimento dentro da FICCC 2026, reunindo conjuntos de grande qualidade, equilíbrio e competitividade em pista.
Em entrevista para a Cosas del Campo, o jurado Juliano Duarte Lisboa destacou a importância que a modalidade conquistou dentro da raça Crioula e a constante evolução apresentada nos últimos anos.
Segundo Juliano, as Paleteadas Brasileiras vivem um momento de afirmação e crescimento, consolidando-se como uma modalidade extremamente funcional e cada vez mais valorizada pelos criadores, competidores e apaixonados pelo Cavalo Crioulo.
A prova exige não apenas qualidade morfológica, mas também funcionalidade, coragem, equilíbrio e grande sintonia entre cavalo e ginete.
Durante a FICCC 2026, um dos pontos que mais chamou atenção foi o elevado nível dos conjuntos apresentados em pista.
A competitividade esteve presente do início ao fim, mostrando animais muito preparados, bem apresentados e com excelente entendimento do trabalho exigido pela prova.
Sobre o tipo de cavalo que prevaleceu nesta edição, Juliano ressaltou a presença de animais funcionais, ágeis, fortes e com grande capacidade de condução do gado, sem perder a docilidade e a entrega ao trabalho.
Segundo ele, o cavalo moderno da Paleteada Brasileira precisa unir resistência, velocidade de reação e inteligência funcional.
Os conjuntos vencedores demonstraram principalmente sintonia, confiança e regularidade.
A conexão entre cavalo e ginete acabou sendo um dos diferenciais mais evidentes dentro da pista, além da firmeza nas armadas, intensidade no trabalho e capacidade de manter o controle durante toda a prova.
Como conclusão final, Juliano Duarte Lisboa avaliou esta edição das Paleteadas Brasileiras na FICCC 2026 como extremamente positiva,
destacando o crescimento técnico da modalidade e o grande futuro que a prova possui dentro do cenário do Cavalo Crioulo internacional.
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